O que é a anemia e dieta para superá-lo

O que é a anemia

dieta anemiaA anemia é uma situação em que a concentração de hemoglobina ou a capacidade de transportar oxigênio no sangue circulante é mais baixa do que o habitual. A deficiência de hemoglobina pode ser por uma redução de eritrócitos ou por uma diminuição de hemoglobina dentro dos mesmos.

Incidência e Tipos de acordo com sua origem

A anemia afeta o 24,8% da população mundial. Os dois grupos com maior incidência são as crianças pré-escolares e mulheres não grávidas. De acordo com sua origem, há vários tipos de anemia:

  • Causada por perda de sangue
  • Por uma destruição excessiva de eritrócitos
  • Por alteração do mecanismo de produção de eritrócitos: deficiência de substâncias como ferro, vitamina B12, ácido fólico ou vitamina C, entre outras
  • Anemias secundárias a outras doenças (infecções, câncer, cirrose….)

Eu vou parar as chamadas “anemias nutricionais” cuja origem está em uma ingestão inadequada de substâncias como ferro, vitamina B12 ou algumas vitaminas ou minerais.

Anemia Ferropénica: sintomas, diagnóstico e tratamento

Neste tipo de anemia, os depósitos de ferro são baixos por um desequilíbrio entre as exigências e a ingestão desse mineral. Algumas das situações que podem provocar são a menstruação, gravidez múltipla ou problemas gastrointestinais, como úlceras. Em crianças podem ocorrer casos de anemia ferropénica por uma excessiva demanda de ferro em períodos de crescimento. Sintomas: cansaço, palidez, dispneia de esforço, assim como a pele, unhas e mucosas pálidas. O melhor diagnóstico é a avaliação dos níveis de:

  • Hemoglobina: esta contém 65% do ferro corporal total
  • Ferritina: representa o principal depósito de ferro no fígado, baço e medula óssea. Falamos de deficiência, quando em homens há níveis abaixo de 12-15ng/ml e mulheres de 10ng/ml.
  • Ferro sérico e capacidade de fixação de ferro: o ferro ligado à transferrina e diminui antes do ciclo menstrual. Os níveis são ligeiramente superiores em homens do que em mulheres.
  • Antifúngicos: Procede da síntese hepática

O tratamento da anemia ferropénica baseia-se na administração oral de ferro, embora nem todo o ferro que é ingerido é absorvido. Substâncias como o ácido ascórbico ajuda na sua absorção. O problema deste tipo de tratamento são as consequências como a diarreia, náuseas ou prisão de ventre. Com poucos dias de tratamento, já aumenta a concentração de hemoglobina, mas é aconselhável mantê-lo por vários meses.

Anemia por deficiência de ácido fólico

Dá-Se, sobretudo, em mulheres grávidas e lactantes. A diálise, doenças hepáticas ou a administração de contraceptivos orais podem propiciarlo. Se a dieta não é a correcta, os níveis de ácido fólico se esgotam no decorrer de 2 a 4 meses. Sintomas: fadiga, dispneia, diarreia, irritabilidade, entre outras. Recomenda-Se um tratamento de folatos via oral, durante algumas semanas.

Por falta de Vit. B12

Também conhecida como anemia perniciosa. A carência desta vitamina costuma dever-se à ausência de uma proteína do suco gástrico necessária para a sua absorção. Os sintomas afetam o tubo digestivo, sistema nervoso central e periférico. Pode aparecer formigamento nos pés e mãos ou falta de memória, diminuição do apetite e cansaço.

Relação com a alimentação

Em problemas como a anemia é muito importante ter presente que uma alimentação variada e equilibrada pode melhorar e até mesmo reverter a situação sem a necessidade de um tratamento farmacológico. O grau de absorção do ferro depende dos níveis iniciais que tenha a pessoa, quanto menores são os depósitos, maior é a absorção. Aí vão uma série de dicas que você pode colocar em prática se você sofre de anemia:

  • Em primeiro lugar é importante saber distinguir o ferro heme, fornecido por alimentos de origem animal (carnes, peixes, aves e frutos do mar) e o ferro não heme, de origem vegetal (grãos, vegetais e frutas), já que a capacidade de absorção deste último é pior.
  • Incentiva o consumo de alimentos como nozes e sementes, carne vermelha, gema de ovo ou de frutos do mar, entre outros. Ver anexos.
  • Tenha em mente que existem componentes que favorecem a absorção do ferro, como a vitamina C, frutose, ácido cítrico, proteínas (especialmente aminoácidos como lisina, histidina, cistina ou metionina)
  • Evite ou reduza o consumo de alimentos que contenham ácido oxálico (espinafre) taninos (café,chá), fitatos (fibra de envoltório de cereais), ou situações de carência de determinadas vitaminas, excesso de certos minerais ou insuficiência de proteínas.
  • Os cereais integrais têm mais ferro, vit B12 e ácido fólico que os refinados, mas devido a sua fitato é recomendável não abusar.
  • Entre as sobremesas ideais são os citrinos, por seu aporte de vitamina C ou os lácteos, já que melhoram a absorção de ácido fólico.
  • Quando consumas legumes é bom adicionar um pouco de batata ou arroz para melhorar a qualidade da proteína e pimenta-do-reino ou suco de laranja/kiwi sobremesa por sua vitamina C.

Se você quiser desfrutar de um bom estado de saúde realiza uma boa alimentação, equilibrada e variada, com um consumo moderado de todos os grupos de alimentos. Te ajudará a prevenir problemas de saúde e se manter em um peso saudável. Recorre a um especialista, como é o Nutricionista-Nutricionista se você quer melhorar seus hábitos.

Psoríase: sintomas, casusa e dieta

Dieta para psoríase

Uma dieta específica e especial para a psoríase não existe, mas sim, sabe-se que uma alimentação baseada na dieta mediterrânea, a prestar atenção a certos nutrientes e hábitos de vida adequados e saudáveis, podepermitir a pele manter-se em melhores condições e controlar melhor a doença.

A psoríase é uma doença inflamatória, portanto, que, apesar de se beneficiar de uma alimentação influenciada pelo consumo de cereais integrais, legumes, frutas e verduras e a ingestão diária de ómega-3 (principalmente EPA e DHA) em forma de:

  • peixe azul (EPA E DHA): anchovas, arenque, atum, anchova, cavala, salmão, sardinha…
  • frutos secos
  • sementes
  • azeite de oliva extra-virgem

dieta psoríase, Bem como, evitando as gorduras saturadas (enchidos, carnes vermelhas, manteiga, laticínios inteiros…), gordura trans (alimentos industriais e processados, frituras, margarina, alguns biscoitos, bolos…) e os hidratos de carbono refinados (açúcar de mesa, bebidas açucaradas, biscoitos, doces, cereais brancos…).

Também se deve considerar que uma ingestão excessiva de ácidos graxos Ômega 6 tipo de vegetal (óleos vegetais de girassol, milho ou soja muito presentes nos alimentos industriais e processados) são transformados em ácido Ómega 6-araquidônico (presente também em alimentos de origem animal, como carne, ovos e produtos lácteos) dentro do organismo, contribuindo para uma resposta inflamatória. Assim, é importante alcançar um equilíbrio entre a ingestão de ácidos gordos omega 3 e omega 6.

Antioxidantes para a psoríase

As pessoas com psoríase têm vários marcadores de estresse oxidativo, a exigência de antioxidantes é maior, portanto, deve-se garantir um aporte suficiente de antioxidantes para favorecer a reparação da pele:

  • carotenóides: cenoura, espinafre, pimentão vermelho, acelga, pêssego, caqui, endivia, tomate, manga, brócolis, alho francês, abóbora, ervilha, judaica…
  • flavonóides: mirtilos, morangos, laranjas, ameixas, amoras, cerejas, maçãs, limões, espinafre…
  • vitamina C: pimentão vermelho, limão, laranja, grapefruit, kiwi, mamão, morango, caqui, brócolis, salsa…
  • vitamina E: azeite de oliva, sementes de girassol, amêndoas, avelãs, amendoins, pistácios, brócolis, pimentão, kiwi, aspargos, abóbora…
  • selênio: cereais e sementes, praticamente todos os legumes, peixe…

Nas formas mais graves da doença, pode haver uma diminuição dos níveis de vitamina D e ser necessária a suplementação.

Além disso, as pessoas com psoríase têm maior prevalência de obesidade, diabetes, hipertensão e hipercolesterolemia, portanto, uma boa alimentação e intervenção dietética ajudá-lo a reduzir o risco cardiovascular. Também têm maior prevalência de outras doenças auto-imunes, como a doença celíaca, ou seja, sensibilidade ao glúten da dieta, apesar disso, são necessárias mais investigações para saber se uma dieta livre de glúten, pode ser benéfica. Assim, não se justifica a eliminação do glúten da dieta, a não ser que a pessoa seja diagnosticada como celíaca.

Um estilo de vida saudável, que evite hábitos tóxicos como o tabaco e o consumo de álcool, também será positivo para a psoríase, uma vez que, concretamente, o álcool também estimula a liberação de histamina e isso favorece a inflamação e piorar as lesões de pele. Além disso, o consumo de álcool está relacionado com a alta ingestão de gorduras saturadas e baixa ingestão de frutas e legumes.

A prática de exercício físico regular também é muito recomendável; andar, correr, pedalar, nadar (para evitar as piscinas com cloro) e atividades de relaxamento como yoga ou a realização de alongamentos aumentam a sensação de bem-estar e são benéficas para as pessoas que sofrem de psoríase.

Em conclusão, a dieta do mediterrâneo baseada em: azeite de oliva virgem, cereais integrais, legumes, peixe, frutos secos, fruta, verdura e o equilíbrio entre a ingestão de ácidos graxos ômega 3 e os ácidos graxos ômega 6 pode melhorar os marcadores de inflamação vascular e também permitir que a pele esteja em um estado melhor, dentro das possibilidades individuais e de acordo com a forma de psoríase que sofra de cada pessoa.

Psicólogo em Barcelona, especialista em alimentação

Olá. Só posso mostrar a minha satisfação pela forma como correu o meu re-educação alimentar, com Alimmenta, em especial com Laia quem me tem atendido a partir de Fevereiro. Eu tinha um excesso de peso leve (1,65 m e 73 kg), comia muito pouco (como eu disse Laia na primeira consulta) e meu peso foi aumentando. Para isso, se lhe unia uma grande dificuldade para dormir e um cansaço extremo, tanto pelo mal dormir como pela falta de nutrientes, como também me explicou Laia. Agora mesmo peso 67 kg, não foi uma perda de peso rápida, mas muito gradual, meu descanso (salvo situações familiares difíceis que estamos passando é bom, meu cansaço não existe (só o emocional por essa situação familiar), aprendeu a comer bem sem que eu me peso tirar, senão todo o contrário (eu continuo perdendo algumas centenas de gramas a cada 15 dias), perdi a celulite que tinha nas pernas. Eu interiorizado a forma de comer que Alimmenta me ensinou e agora eu sei o valor de cada nutriente: proteína, hidrato de carbono e fibra, e qual sacrificar esses dias que eu tenho pouca vontade de comer. Recomendo totalmente a equipe de Alimmenta, são excelentes profissionais, próximos, compreensivos e sempre tem uma palavra de ânimo quando se pensa em jogar a toalha, eles/as se reconducen com carinho.

Luísa

Psiconutrición, Joana Manuel González Nas Manhãs de 1

Terça-feira, 18 de Setembro esteve Joana Manuel González, o programa Saber, Viver A 1 falando sobre psiconutrición. Depois da experiência do mês de Junho, em que apresentou o livro “A Dieta Inteligente”, desta vez foi no palco do programa, onde Joana explicou algumas das relações que existem entre as emoções e a comida. Durante um quarto de hora, explicou como alguns alimentos podem nos ajudar a melhorar o nosso estado mental, ajudar a relaxar e diminuir nossa ansiedade. Para reproduzir o vídeo, clique sobre a imagem superior.

Queremos também destacar algumas coisas do vídeo:

  • Como menciona Joana, em uma dieta equilibrada não há alimentos proibidos e é o profissional que deve negociar com o paciente como ajustar aqueles de menor freqüência na dieta. Se proibimos de alimentos, fazemos aumentar a ansiedade e facilitamos a um efeito rebote posterior.
  • Em alguns casos, é importante contar com o apoio de um Psicólogo Clínico, como apoio ao tratamento nutricional. Em Alimmenta contamos com uma psicóloga Clínica (Mª José Moreno) e uma psicóloga, Coach (Mery Vinhas) para tratar a parte psicológica para aqueles pacientes que precisam de um.
  • Se vemos que não podemos controlar a nós mesmos a nossa alimentação, recorramos a uma equipe profissional na matéria. Em Alimmenta podemos ajudá-lo, mas também há outros centros que funcionam muito bem tanto o tema nutricional como a parte psicológica.

PRODUTOS LIGHT?O quanto de verdade está com eles?

Neste vídeo nossas companheiras Vanessa Rus e Adriana Oroz nos falam dos produtos light, produtos com denominações como light, baixo teor de gordura, baixo teor de açúcar, sem açúcar, baixos em calorias.

✅Produto light NÃO é sinônimo de saudável. Um produto é “light”, quando, pelo menos, tem menos 30% de calorias ou de nutrientes (açúcares ou gorduras) em relação ao produto original. Se o produto original é calórico, sua versão light também.

✅NÃO é tanto das calorias totais, mas o tipo de calorias. Nunca se pode comparar as calorias que lhe fornece um saco de batatas chips, mesmo que seja light com as calorias de um pão integral com humus, pela sua qualidade nutricional.

✅Se um alimento NÃO é saudável, sua versão light também não o será.

✅É um erro muito comum catalogar os alimentos como saudáveis ou não saudáveis, o conteúdo de um único nutriente (açúcar, óleo de palma…). Porque um alimento que NÃO tenha açúcar ou óleo de palma vai deixar de Não ser saudável.

✅Os alimentos e a dieta que levamos tem que classificá-los em seu conjunto. Como fazer isso? Você deve olhar bem rotulagem, composição nutricional do alimento, que vai ser o que te dizer se é um produto saudável ou não. Não vos deixeis levar pela publicidade ou o primeiro que véis na embalagem de um produto, mas dedicar dois minutos a olhar para a rotulagem nutricional e verificar a sua composição.

O que pensas sobre isso??

por que se produz e dieta adaptada

Por que existe a intolerância à lactose

Um 70% da população mundial é intolerante à lactose. Isto é assim porque o ser humano, ao longo de sua evolução de milhões de anos, nunca precisou de digerir o leite. Era caçador e, até que se tornou pastor e agricultor, não começou a ordenhar vacas. Isso aconteceu há relativamente pouco em termos de evolução, há 11.000 anos.

Foi na Europa do Norte e para os Balcãs, onde o homem começou a consumir leite, pôde fermentarla (a fermentação reduz o conteúdo em lactose, transformando-o em ácido lático), mas também a consumiu crua. Este fato produziu uma adaptação do organismo (uma alteração genética e seleção natural de indivíduos capazes de digerir a lactose por estar melhor nutridos e melhorar a sua sobrevivência. E assim o ser humano foi evoluindo para a tolerância do adulto para o leite materno. Os europeus somos os que melhor tolerar o leite, porque nós somos os que mais tempo levamos consumiendola.

Após a amamentação, o ser humano sofre de forma espontânea uma diminuição progressiva da lactase. A quantidade de lactase que persiste após este regulamento, determinará a nossa tolerância a producos lácteos.

Intolerância à lactose: devemos evitar o consumo de produtos lácteos

Do ponto de vista nutricional, não é recomendável eliminar o consumo de leite e produtos lácteos. Os lácteos são os alimentos mais concentrados em cálcio. Uma pessoa adulta precisa de 1000-1500mg de cálcio para manter um bom estado de saúde óssea. A ingestão de cálcio em idades precoces, especialmente em meninas, fornece proteção adicional contra a osteoporose após a menopausa.

As pessoas que têm problemas digestivos com o leite e outros produtos lácteos, o que diminui o seu consumo, mas o consumo de lácteos, ocorre uma adaptação do organismo aumentando em certa medida, a tolerância aos mesmos.

Podemos, então, buscar uma forma de eliminar os sintomas irritantes do consumo de lácteos, pesquisar os lácteos tolerados e consumi-los dentro de uma alimentação variada para manter um bom estado de saúde.

Como consumir lácteos, evitando as perturbações digestivas

O que admitimos pior são elevadas quantidades após uma refeição, mais de 12 gramas de lactose, o que equivale a um copo inteiro de leite. Temos de pensar que o intolerante à lactose, tolera uma certa quantidade que uma forma de diminuir os sintomas é repartir o consumo de lactose durante o dia e reduzir a ração a um tamanho que toleremos.

Os lacticínios não fermentados contêm maior quantidade de lactose e, por isso, seu consumo deve ser menor. Contêm lactose, os leites de mamíferos, como vaca, cabra, ovelha, búfala, entre outras. O leite em pó, evaporado, condensado ou concentrado, contém mais lactose.

Um dos avanços mais positivos da tecnologia alimentar é a fabricação de leite sem lactose.

Leite sem lactose

Você pode tomar um intolerante à lactose, um copo inteiro de leite sem lactose ? A resposta é sim.

Você terá sintomas negativos, dor abdominal, azia? Não.

Porque posso ter certeza disso? Porque a lactose não está presente no leite, é rápida em seus dois açúcares simples: a galactose e a glicose. Estes açúcares dão ao leite sem lactose, um leve sabor doce.

Quais são os benefícios do leite sem lactose?. Nos permite um consumo regular de leite para garantir um bom estado nutricional e um bom aporte de cálcio na nossa dieta. Eliminar os sintomas associados ao consumo de leite em pessoas que não toleram a lactose.

Consumo de iogurte e queijos em os intolerantes à lactose

O iogurte é tolera melhor, porque a fermentação reduz a lactose ao meio e, além disso, os cultivos de bactérias que são utilizados na fermentação, ajudam a fermentar a lactose presente.

Se temos uma intolerância alta, também existem iogurtes sem lactose no mercado.

Queijos

Se toleram melhor, pois sua digestão é mais lenta e porque tem menos lactose se são queijos curados (fermentados).

Alimentos cozidos, bolos, sorvetes, gelados…

É aconselhável ler o rótulo dos alimentos preparados ou cozidos, pois podem trazer em sua composição, lactose, leite em pó, leite, soro de leite, creme de leite. Alguns iogurtes, sobretudo desnatados levam leite em pó adicionada para melhorar a textura, estes iogurtes contém mais lactose.

Conteúdo em lactose, gramas por 100gLeite de vaca5 – 4,3 Leite de cabra4,5Leche de oveja5,1Leche em pó desnatada53Leche condensada12,3Quesos Frescos: Requeson – Queijo Quark – Queijo Porciones2,7 – 2,4 – 2,5 Queijos Curados< 1 ou trazasNata2,4Mantequilla0-0,5Yogur2,7Yogur que contém leite em polvo4,7 – 5

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origem, patologias e dieta ideal para o seu tratamento.

O que é a fibromialgia, e quem sofre

fibromialgia dor

Pontos dolorosos

Estima-Se que a fibromialgia afeta 2% da população adulta, mas é entre 73 – 88% mais comum em mulheres que em homens. A idade média de início da doença situa-se entre os 34 e 57 anos.

Para diagnosticar a fibromialgia, são utilizados os critérios do Colégio Americano de Reumatologia. De acordo com estes deve existir dor, quando se realiza uma pressão com os dedos em, aproximadamente, 11 dos 18 pontos localizados de forma específica no corpo, tal como mostra o desenho.

A dor é generalizada e crônica (mais de 3 meses de duração) e se devem descartar outras doenças que podem provocá-lo. Tanto em uma análise cone no teste de raio x não aparece nenhum parâmetro alterado.

Sintomas da fibromialgia e distúrbios mais comuns

Foi comprovado cientificamente que existem alterações nos neurotransmissores da dor. A mais importante está em serotonina, que intervém na inibição das sensações dolorosas e encontra-se muito diminuída em pessoas com fibromialgia. Mas também pode ter alterações em dopamina e endorfinas, entre outros. Graças a esta descoberta, hoje em dia já existe um consenso para considerar real a dor na fibromialgia.

Os principais sintomas são:

  • Alterações no ritmo do sono: 56 – 72% dos doentes, os que sofrem. Durante o sono não chega aos estados de sono profundo. Isto implica que não tenha uma boa noite de sono que leva a que a sensação de sono e cansaço, esteja presente durante todo o dia.
  • Alterações psicológicas: É freqüente, entre 30 e 70%, que as pessoas que sofrem de fibromialgia têm níveis elevados de ansiedade, depressão e estresse.
  • Diminuição da força e distúrbios no relaxamento muscular. Mas é importante sublinhar que não existe inflamação na musculatura.
  • Dor no aparelho locomotor: Essa dor piora com temperaturas frias, climas desfavoráveis, o estresse e a atividade física. E melhora com a aplicação de calor de forma localizada, o descanso, massagem e exercícios de alongamento.
  • A Rigidez do aparelho locomotor: Normalmente sofrem um 76% dos pacientes e tem uma duração de 90 minutos ou mais.
  • Sensação subjetiva de inflamação nas articulações e de formigamento ou adormecimento difusos ou nas pontas.
  • Fadiga, cansaço extremo: Entre 80 – 90% dos doentes sofrem de fadiga, sobretudo as manhãs.
  • Secura da boca: Cerca de 10% das pessoas com fibromialgia sofrem com este sintoma.
  • Obesidade ou excesso de peso: É comum, devido à baixa atividade física que podem fazer as pessoas com fibromialgia (o repouso, melhora da sintomatologia).
  • Distúrbios gastrointestinais: Os mais frequentes são a pirosis (azia), disfagia (dificuldade para engolir os alimentos), a aerofagia (gases), distensão abdominal, diarreia ou prisão de ventre e a síndrome do intestino irritável.

Tratamento da fibromialgia

A fibromialgia é uma doença crônica e, portanto, não tem cura. O tratamento deve ir focado para melhorar os sintomas que sofre a pessoa a melhorar a sua qualidade de vida. O mais aconselhável é fazer uma atuação multidisciplinar, onde intervêm diversos tratamentos com medicamentos (analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos, …), fisioterapia, psicoterapia, desportivo e nutricional.

Alimentação na fibromialgia

As características que deve ter com a alimentação para as pessoas com fibromialgia ficam em muitos aspectos da alimentação da pessoa saudável, isto é devido a que as necessidades de muitos nutrientes estão aumentadas.

Geralmente, o organismo das pessoas com fibromialgia ocorre uma perda crônica de cálcio e magnésio. Esta descida de minerais gera contrações espasmódicas nos pontos dolorosos da musculatura descritos anteriormente. Além disso, também é frequente encontrar um défice de Selénio, Zinco, Iodo, Ferro e Vitamina D.

As necessidades de macronutrientes (carboidratos, gorduras e proteínas) são as seguintes:

  • Proteínas Devem contribuir com 15% da energia que se consome ao longo do dia. Do consumo total de proteínas apenas 40% deve ser de origem animal e 60% de origem vegetal. Os principais alimentos deste grupo a consumir devem ser o peixe, os legumes e os ovos.
  • Hidratos de carbono: Os açúcares devem representar entre 45 – 50% da energia que se consome ao longo do dia. Destes, 40% devem ser hidratos de carbono complexos ou de absorção lenta e menos de 10% através de açúcares simples. Os alimentos deste grupo a consumir de forma majoritária devem ser de legumes, tubérculos, verduras, frutas e em menor quantidade os cereais.
  • Lipídeos: As gorduras devem representar 35% da energia que se consome ao longo do dia. Destas, menos de 7% devem ser ácidos gordos saturados, 20% de ácidos graxos monoinsaturados, entre 5 – 7,5% de ácidos gordos poli-insaturados e menos de 1% de ácidos graxos trans. Além disso, é importante consumir ácidos graxos ômega-3 (2 gr. de linolênico) e ômega-6 (6%). Quanto ao colesterol até 300 mg ao dia. A fonte de alimentação de todas estas gorduras deve ser o peixe azul, o azeite de oliva virgem, os frutos secos e as sementes.

dieta fibromialgiaAs necessidades de micronutrientes (vitaminas e minerais) também são alteradas. Quanto aos minerais, cabe destacar que as quantidades de cálcio (mínimo de 1.500 mg/dia), magnésio (entre 400 – 1.000 mg/dia), zinco (10 mg/dia) e selênio (70 µg/dia). As necessidades de vitaminas também estão aumentadas, vitamina A (mínimo de 1.000 µg/dia), vitamina C (entre 80 – 300 mg/dia), vitamina E (menos de 10 mg/dia), vitamina B6 (mínimo de 1,5 mg/dia) e ácido fólico (mínimo de 400 µg/dia).

Para a fibra dietética estabelece um consumo de 30 a 40 gr. por dia, que darão principalmente as leguminosas, frutas, legumes, sementes e cereais integrais.

Dieta para a fibromialgia

Para desenvolver uma dieta adaptada à pessoa que sofre de fibromialgia há que se verificar em primeiro lugar se existe alguma alergia ou intolerância alimentar. 7% das pessoas que têm fibromialgia também têm alguma alergia ou intolerância (na população em geral apenas entre 2-5%). A mais comum é a intolerância à lactose, seguida pela alergia ao abacaxi, morangos, a soja e as frutas cítricas.

Um dos principais objetivos nutricionais para tratar as doenças auto-imunes, como a fibromialgia é potenciar o sistema imunitário , através de um bom consumo de vitaminas, minerais e proteínas.

As principais recomendações dietéticas para a fibromialgia são:

  • Fazer uma alimentação basificante, ou seja, rica em minerais como o magnésio, o cálcio e o potássio e pobre em sódio (sal).
  • Fazer um bom aporte de antioxidantes: vitamina C, A, E, Selénio, Zinco e fitoquímicos como flavonóides ou a quercetina.
  • Fazer uma ingestão correta de vitamina D para garantir a absorção do cálcio a nível intestinal.
  • Consumir Ômega-3 pelo seu efeito anti-inflamatório e melhora os estados de depressão.
  • Melhorar a absorção intestinal de nutrientes através de uma flora saudável e a ingestão de fibra.
  • Consumir alimentos ricos em Beta-caroteno para garantir um bom estado das mucosas internas e melhorar sua hidratação.
  • Consumir vegetais crus nas refeições principais para aumentar a ingestão de vitaminas antioxidantes.
  • A ingestão de nozes todos os dias, pela sua contribuição em minerais basificantes e em ácidos gordos saudáveis.
  • Para garantir um bom aporte de energia e nutrientes, recomenda-se fracionar a refeição em 5 vezes ao dia.
  • Tudo isto tendo em conta que se tem que realizar de forma fácil e sem muito esforço. Como? É necessário fazer um planejamento semanal das refeições para organizar bem a compra. Escolher receitas de fácil preparo e digestão para evitar causar mais cansaço da pessoa.

O papel do nutricionista – nutricionista da fibromialgia

Além de fazer uma boa dieta, em muitos casos, também será necessário suplementar para conseguir chegar a todos os nutrientes descritos e aumentar a eficácia da abordagem nutricional. Para isso, a melhor escolha é ir à consulta de um nutricionista – nutricionista para que realize uma orientação personalizada a cada caso. Em Alimmenta podemos ajudá-lo a melhorar a sua saúde através de um atendimento personalizado.

Opiones e testemunhos de pacientes de Alimmenta

Olá. Só posso mostrar a minha satisfação pela forma como correu o meu re-educação alimentar, com Alimmenta, em especial com Laia quem me tem atendido a partir de Fevereiro. Eu tinha um excesso de peso leve (1,65 m e 73 kg), comia muito pouco (como eu disse Laia na primeira consulta) e meu peso foi aumentando. Para isso, se lhe unia uma grande dificuldade para dormir e um cansaço extremo, tanto pelo mal dormir como pela falta de nutrientes, como também me explicou Laia. Agora mesmo peso 67 kg, não foi uma perda de peso rápida, mas muito gradual, meu descanso (salvo situações familiares difíceis que estamos passando é bom, meu cansaço não existe (só o emocional por essa situação familiar), aprendeu a comer bem sem que eu me peso tirar, senão todo o contrário (eu continuo perdendo algumas centenas de gramas a cada 15 dias), perdi a celulite que tinha nas pernas. Eu interiorizado a forma de comer que Alimmenta me ensinou e agora eu sei o valor de cada nutriente: proteína, hidrato de carbono e fibra, e qual sacrificar esses dias que eu tenho pouca vontade de comer. Recomendo totalmente a equipe de Alimmenta, são excelentes profissionais, próximos, compreensivos e sempre tem uma palavra de ânimo quando se pensa em jogar a toalha, eles/as se reconducen com carinho.

Luísa

Nódulos na tireoide: sintomas, tipos e tratamento

Como se diagnosticam os nódulos da tireoide?

Estes nódulos podem ser descobertas por meio de palpação ou de uma forma casual em um teste realizado por outro motivo. A importância está em excluir causa de um câncer de tireoide e seja qual for a forma de se detectar este nodulo tem o mesmo risco.

Qual é o risco de um nódulo ser maligno?

Geralmente em torno de 95% dos nódulos são benignos. O câncer de tireóide aparece em 1-2% da população e, em geral, tem baixa agressividade.

São considerados grupos de risco elevado de ter um nodulo maligno: crianças, adultos com menos de 20 ou acima de 60 anos, antecedentes de ter recebido irradiação no pescoço e cabeça ou ter familiares com câncer de tireóide.

Está associada a uma maior probabilidade de malignidade: um rápido crescimento do nódulo, irradiação na infância ou adolescência, irradiação corporal, familiares com câncer de tireóide, que o nódulo provoque, de forma brusca e recentes mudanças na voz, na respiração ou dificuldade para engolir, que na palpação do nodulo seja uma massa fixa, rígida, com uma forma irregular ou gânglios do pescoço aumentados de tamanho.
O fato de ter vários nódulos na tireoide não diminui a possibilidade de ter um câncer de tireoide.

nódulos de tireoide

Aparecimento de nódulos na tireoide

Avaliação dos nódulos com exames complementares

A ultra-sonografia da tireóide se realiza em todos os nódulos. É a prova mais úteis, nos fornece informações sobre a tireoide e o nódulo. Com estas informações selecione os nódulos que devem ser analisados através de uma punção para obter células do nodulo.

Há características dos nódulos na ecografia que se associam com maior probabilidade de o nódulo ser maligno.

É pouco provável que um nodulo seja maligno se é regular em ultra-som, bem delimitado, com a imagem de um halo ao redor e não tem vasos sanguíneos em seu interior.

Se lhe diagnosticam um nódulo na tireoide, você deve executar uma análise para avaliar se a sua tireoide produz hormônios em quantidades corretas, para isso, nós olhamos para os valores de TSH.

Se a TSH é baixa, quer dizer que há um excesso de hormônios tireoidianos, serão realizados, além de ultra-som, uma cintilografia da tireóide.

A cintilografia nos informa sobre o funcionamento da tiróide, vemos se o nodulo é “frio” ou “quente”. Quando o nódulo é quente, significa que produz hormônios tireoidianos em excesso e, em geral, todos são benignos, o que não faria, pois neste caso. Se você é um nódulo frio, isto quer dizer que não produz hormônios tireoidianos, seria susceptível de fazer uma punção.

Como quando realizar a Punção-Aspiração Com Agulha Fina (PAAF)? O em que consiste?

De acordo com as guias elaboradas conjuntamente pela associação européia e americana, As indicações de punção são de forma simplificada:

  • Nódulos que medem mais de 1 cm ou
  • Nódulos menores que 1 cm com grande suspeita de ser malignos em ecografia ou em pacientes que pertencem ao grupo de alto risco de câncer de tireóide

Se ao longo do seguimento o nodulo cresce ou sofre mudanças nas características ecográficas teria que analisar

Para fazer uma punção de um nodulo de tireóide, o paciente deita-se de barriga para cima, com o pescoço estendido, e com uma agulha fina clicar sobre o nodulo e se obtêm células que são enviados para o laboratório para estudar com o microscópio. É uma prova bem tolerada e com poucas complicações

Interpretação do estudo de células

As células que se obtêm da punção se estudam e nos informar se trata-se de uma lesão benigna, maligna ou suspeita de ser maligna. Pode ser que a punção não obtenha quantidade suficiente de células e não se possa dar um diagnóstico. Em função do resultado se continuará o acompanhamento, ou será preciso fazer a cirurgia da tiróide.

Acompanhamento do nódulo tireoidiano

Os nódulos da tireoide precisam de um acompanhamento médico especializado regular. Em caso de nódulos benignos são realizadas ecografias cada 6-18 meses. Se cresce se repetir a punção. NÃO existe um tratamento para evitar o crescimento dos nódulos benignos. Em crianças e grávidas, o manejo é o mesmo que em adultos

Como quando se intervém cirurgicamente um nódulo?

É indicado submeter a intervenção cirúrgica da tireoide:

  • Se o resultado do estudo da punção é diagnóstico ou suspeita de câncer de tireoide
  • Quando depois de várias punções o resultado não dá um diagnóstico definitivo
  • Quando o tamanho do nódulo comprimir estruturas do pescoço ou seja, mais de 4 cm

Conclusões

A presença de nódulos tireoidianos é frequente e cada vez são diagnosticados mais devido aos testes de imagem. O estudo de um NÓDULO TIREOIDIANO precisa de uma atenção médica especializada para a realização de uma história clínica, um exame, um estudo, acompanhamento e tratamento adequados. Você poderá me encontrar em Alimmenta.