Dieta para reduzir o colesterol

Incidência de colesterol e fatores de risco

A prevalência de hipercolesterolemia em Portugal é alta em pessoas entre os 35 e os 64 anos de idade. Quase 20% da população tem o colesterol acima de 250 mg/dl e 58% igual ou superior a 200 mg/dl.

As causas mais comuns são:

  • Determinantes genéticos: O próprio corpo “fabrica” mais colesterol do que o desejado. Normalmente sofrem de muitos membros da mesma família, é que se transmite de pais para filhos. Normalmente é chamado de Hipercolesterolemia familiar.
  • Maus hábitos alimentares: Uma dieta rica em gorduras saturadas e açúcares e pobre em frutas, vegetais e gorduras insaturadas.
  • Ter Obesidade e/ou Diabetes.
  • O tabaco.
  • Falta de atividade física.

O que é o colesterol e como viaja pelo sangue

tipos de colesterolO colesterol é uma molécula de gordura necessária para a vida que se encontra no sangue e as células dos animais e das pessoas. O sangue é um meio aquoso, portanto, uma gordura como o colesterol não pode circular livremente através dela. É por este motivo que o colesterol viajar “de carro” para se deslocar por dentro do corpo. Os “carros” são, na verdade, lipoproteínas. Em função do tipo de lipoproteína a distinção entre o “bom” colesterol e o colesterol “ruim”. O que significa?

  • Colesterol ruim ou LDL-colesterol: O colesterol LDL está circulando pelo sangue, à disposição das células. Quando a célula precisa de colesterol tem ao seu alcance.
  • Colesterol bom, ou HDL: colesterol HDL é o colesterol que viaja em direção ao fígado. Quando chegar ao fígado será metabolizado (gasto, destruído). Por essa razão, quando mais alto for o colesterol HDL melhor, já que indica que o corpo está eliminando o colesterol do sangue.
  • Colesterol total: É a soma do colesterol HDL e LDL. Recomenda-Se que não ultrapasse os 200 mg/dl, embora esta cifra por si só, não indica tudo o que é necessário para poder ver como está o colesterol. Sempre é necessário avaliar o colesterol LDL e o HDL.

Perigos de ter o colesterol elevado no sangue

acúmulo de colesterol ateroma

Formação de um ateroma por acumulação de colesterol

O problema de ter o colesterol LDL elevado no sangue chega quando há muito mais do que necessitam as células, então o colesterol tem a acumular-se no interior das artérias. Quando isso acontece falamos da formação de placa de ateroma”. Esta faz com que as paredes das artérias mais rígidas e mais grossas, dificultando a passagem do sangue e provocando um aumento da tensão arterial. Se a placa de ateroma continua a crescer, pode chegar a tampar o vaso sanguíneo e causar a morte celular (necrose) do tecido que deixaram de receber sangue. Outro dos perigos é a formação de trombos. Os trombos são pedaços da placa de ateroma que se soltam e começam a viajar pelo sangue. Quando um trombo chega a uma artéria fina e estreita, também pode chegar a taponarla. Isto é o que acontece quando alguém tem um acidente cérebro-vascular (avc ou derrame).

Sem dúvida, uma das maiores conseqüências do colesterol elevado no sangue é o infarto do miocárdio ou ataque cardíaco. Significa que um dos vasos entupidos é uma artéria coronária e que o tecido que fica sem irrigação sanguínea faz parte do coração.

Tratamento para o colesterol

O colesterol alto deve ser abordada a partir de diferentes pontos de vista. Em primeiro lugar há que mudar hábitos que favoreçam o risco de doenças cardiovasculares, ou seja, fumar, beber álcool, ter problemas de excesso de peso ou obesidade e má alimentação.

Muitas vezes estas mudanças não são realizadas e a única solução para controlar o colesterol é tomar medicamentos. Se o médico recomenda um fármaco é muito importante tomar o medicamento, mesmo que se decida fazer dieta. Com uma dieta para reduzir o colesterol pode-se conseguir diminuir a quantidade de medicamento que precisa tomar a pessoa.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda-se que quando for hiperlipidemias, como é o colesterol alto, que se faça uma dieta marcada e controlada durante 1 ano antes de recorrer a medicamentos.

Alimentos com colesterol

O colesterol é encontrado em alimentos de origem animal e que, normalmente, são ricos em gordura saturada. Na tabela abaixo você pode ver os principais alimentos que têm o colesterol e os que não.

ALIMENTOS COM COLESTEROL

ALIMENTOS SEM COLESTEROL

LEGUMES

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Todas as verduras e hortaliças.

TUBERCULOS E CEREAIS

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Todos. Batata, arroz, massa, pão… já sejam integrais ou refinados.

LEGUMES

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Todas: feijões, lentilhas, grão-de-bico, feijões, ervilhas…

CARNES

Todas, em maior quantidade nas carnes vermelhas, os enchidos e as vísceras: vitela, boi, cordeiro, linguiça, morcela, patê, fígado, língua, cérebro…

As carnes com menor quantidade de colesterol são as brancas sem pele: frango, coelho e peru.

PEIXE

Vísceras de peixe, ovas e sémen.

A Carne do peixe branco sem cabeça nem vísceras (pescada, linguado, tamboril, ouro…) e azul. (atum, imperador, cavala, bonito, sardinha, salmão…)

FRUTOS do mar

Mexilhões, ameijoas, berbigões, caracóis do mar, tinta de chocos e lulas, cabeças de camarão e camarão.

Cauda de camarão e camarão, carne de chocos e lulas.

OVOS

A gema.

A clara.

LÁCTEOS

Creme de leite, creme de leite, leite integral e semi-desnatado, iogurtes integrais e queijos gordos.

Leite, queijo e iogurtes desnatados.

FRUTAS

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De Todas.

FRUTOS SECOS

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Todos.

GORDURAS

Banha de porco, manteiga.

Azeite de oliva, girassol e sementes. Margarina.

Dieta para reduzir o colesterol

Quando o colesterol está elevado, tem que cuidar muito da alimentação. Em primeiro lugar, se existe excesso de peso há que corrigi-lo. Além disso, há que comer alimentos que favoreçam a redução de colesterol no sangue.

A dieta para reduzir o colesterol deve ser rica em:

  • Fibra: por que diminui a absorção de colesterol no intestino.
  • Ácidos graxos insaturados: aumentam o colesterol HDL (o bom).
  • Antioxidantes: sobretudo Vitamina C e Vitamina E.

Principais Características e dicas de dieta:

  • Rica em frutas e legumes: há que consumir 5 porções entre frutas e legumes por dia.
  • Consumir mais peixe que carne: carne vermelha no máximo 1 dia por semana, carne branca 3 dias por semana, peixe branco, pelo menos, 4 dias por semana e peixe azul 2 dias por semana.
  • Eliminar os enchidos gordos: pode-se usar presunto serrano, presunto york e fiambre de peru com moderação.
  • Moderar o consumo de ovos (de 4 a 6 ovos por semana) para dar espaço a outros grupos de alimentos.
  • Eliminar as massas, os pães e os biscoitos.
  • Reduzir ao máximo o consumo de açúcar e produtos açucarados.
  • Comer legumes e cereais integrais: legumes ao menos 2 dias por semana e os produtos integrais todos os dias.
  • Evitar os alimentos fritos e as gorduras provenientes de frituras: consumir de preferência azeite de oliva cru.

É importante combinar a dieta com atividade física diária, como caminhar, subir escadas, etc.

O papel do nutricionista – nutricionista quando o colesterol está alto

O nutricionista – nutricionista é o profissional de saúde mais indicado para realizar uma dieta para combater o colesterol. Muitas vezes, o colesterol “não vem só”, mas que é acompanhado de problemas de peso e outras doenças, como a tensão alta, ácido úrico elevado, diabetes, etc., Por esta razão o mais aconselhável, é fazer uma dieta personalizada que tenha em conta tudo o que a pessoa precisa.

Dieta para as pessoas com câncer

Incidência de câncer e fatores de risco

Em Espanha, 25% das mulheres (1 em cada 4 mulheres) e mais de 30% dos homens (1 em cada 3 homens) desenvolve um câncer ao longo de sua vida. Isso vai em aumento, mas, paralelamente, estão reduzindo os casos de mortalidade por câncer, graças aos avanços que ocorrem nos tratamentos médicos.

O câncer origina-se pelo conjunto de vários fatores: predisposição genética, hábitos tóxicos (álcool, tabaco), a poluição ambiental, má alimentação, problemas de excesso de peso e obesidade, fatores hormonais, infecções virais, idade, sexo, etc.

Fazer uma boa prevenção é cuidar dos aspectos que sejam modificáveis, como a alimentação e os hábitos de vida. Desde a infância se deve procurar comer de maneira saudável, variada e equilibrada, fazer exercício físico com regularidade e evitar substâncias tóxicas como o tabaco e o álcool.

Devem-Se realizar exames médicos em função do estipulado para cada idade e sexo da pessoa. Desta forma, podem-se realizar o diagnóstico de forma precoce (quando se inicia a doença) e agir com maior rapidez e eficácia.

Alimentação em situações de câncer

A alimentação nos casos de câncer deve ser individualizada em função de cada pessoa, tentando respeitar ao máximo os seus costumes e preferências. Sempre recomendaran suplementos naturais que acompanham as orientações dietéticas, já que nestes casos os requerimentos de nutrientes encontram-se aumentados e somente com a alimentação é muito difícil chegar a cobri-los. Entre os destaques estão:

  • Ácidos graxos cardiosaludables, como o omega-3, que têm um efeito anti-inflamatório natural e procuram um bom funcionamento do sistema nervoso central.
  • Nutrientes estimulantes da imunidade, como as proteínas, minerais como o Zinco e o Selénio e vitaminas como a a, C e E.

A parte de suplementação é importante fazer uma dieta rica em proteínas e cálcio. Por esta razão, os lácteos ou as bebidas vegetais, como de soja enriquecido em cálcio, são opções muito boas para o consumo diário.

Manter um bom estado físico e nutricional é complicado, mas possível se houver uma boa atuação por parte de todos os profissionais envolvidos. Quanto melhor alimentada seja a pessoa mais chances terá de superar a doença com sucesso.

Consequências sobre o estado nutricional quando há cirurgia

De acordo com a localização do tumor pode ter diferentes efeitos sobre a nutrição e o estado físico da pessoa.

Localização da excisão do tumor

Efeitos que podem causar

Recomendação

Cabeça e pescoço

Problemas de mastigação e deglutição. Secura de boca.Será necessário trabalhar e adaptar as texturas do alimento.

Estômago

Saciedade precoce e acidez. Deficiência de vitamina B12, vitamina D, ferro e cálcio. Intolerância ao leite.A dieta você terá que se adaptar a esta situação para resolver o refluxo e procurar uma correta nutrição da pessoa.

Intestino delgado

Diarreia, alterações hidroelectrolíticas, malabsorción de nutrientes, intolerância à lactose. Problemas com a assimilação de vitaminas e minerais.Com a dieta você pode tratar a diarreia e procurar proporcionar um maior aporte de nutrientes que são absorvidos em menor quantidade.

Cólon e reto

Diarreia, alterações hidroelectrolíticas e malabsorción de vitamina B12, magnésio, cálcio, sódio e potássio.É importante procurar uma correcta hidratação com aporte de nutrientes.

Pâncreas

Malabsorción de gorduras, vitaminas e alguns minerais, aumento dos níveis de açúcar no sangue.Dieta muito baixa em gordura e alta em nutrientes, com um aporte de açúcar gradual e controlado.

Fígado

Aumento dos níveis de açúcar, colesterol e triglicéridos no sangue. Défice de vitaminas e alguns minerais.Dieta baixa em gordura e com uma ingestão controlada de açúcar.

Vesícula biliar

Malabsorción de gordura, alterações hidroelectrolíticas e deficiência de vitaminas.Dieta controlada em gordura, uma boa hidratação e aporte extra de vitaminas.

Alimentação e Quimioterapia

O principal problema da quimioterapia são os efeitos colaterais. Os mais comuns, que interferem na alimentação de uma forma direta são: desconforto perante os odores, alteração no sabor dos alimentos, falta de apetite, diarreia, prisão de ventre, náuseas e vômitos.

O ginseng, tanto em chás, como para cozinhar, ajuda a diminuir as náuseas. Mas não se deve tomar, se você sofre de gastrite, o que é muito comum em pessoas com câncer.

Alimentos recomendados durante o tratamento com quimioterapia

  • Peixe e marisco: pescada, tamboril, bacalhau, caudas de camarão e camarão, etc.
  • Presunto serrano: removendo muito bem toda a gordura visível.
  • Clara de ovo: evitar a gema e cozinhe muito bem a clara.
  • Batata cozida, arroz, macarrão, pão e cereais de pequeno-almoço.
  • Azeite de oliva: comprar o de baixa acidez (0,2°).
  • Frutas doces no forno ou em compota: pêra, maçã, marmelo.
  • Legumes macios: judaica terna, cenoura, abobrinha, abóbora.
  • Liquefeitos de produtos hortícolas e frutas: cenoura e mamão ou maçã.
  • Lácteos desnatados: sobretudo iogurte sabor e queijinhos desnatados.
  • Chás: tila, maria luísa e melisa.

Alimentos a evitar durante o tratamento com quimioterapia

  • Carnes vermelhas: carne de vaca, porco, cordeiro, frios e patês.
  • Peixes: atum, salmão, bonito, etc.
  • Legumes: grão-de-bico, lentilha, feijão.
  • Gorduras: manteiga, margarina, creme de leite, laticínios integrais.
  • Frutas ácidas e frutas cítricas: laranja, tangerina, kiwi, limão, morango.
  • Repolho, couve-flor, brócolis, alcachofra, tomate.
  • Chás: chá, hortelã, camomila.
  • Café e álcool.

As preparações e cozimentos de alimentos também são muito importantes. Recomenda-Se: vapor, microondas, cozidas e ao forno. Há que evitar: frituras, alimentos crus ou parcialmente cozidos e placas. O apoio dos outros membros do agregado familiar é muito importante, já que devem ser os que cozinhar. Para diminuir o cheiro dos alimentos recomenda-se não servi-los quentes, melhor mornos ou frios.

Além disso, a quimioterapia produz uma alta toxicidade no organismo que uma boa hidratação pode ajudar a diminuir. Para isso, recomendamos beber muita água, tomar liquefeitos, chás, sumos de maçã e caldos de legumes.

Alimentação e Radioterapia

Os efeitos da radioterapia sobre o organismo são diversos, dependendo da área irradiada. Se a área está situada no trato gastrointestinal ou perto dele, é comum que haja mais consequências negativas que impedem uma correcta nutrição da pessoa.

A secura da boca ou nas mucosas internas e a inflamação pode melhorar a tomar:

  • Alimentos frios i sorvetes.
  • Texturas macias e triturados.
  • Alimentos ricos em caroteno: cenoura, abóbora, manga.
  • Azeite de oliva cru.
  • Suplementos alimentares: bactérias do leite, levedura de cerveja, óleo de prímula e omega – 3.

Alimentação em situações de neutropenia

Frequentemente são realizados tratamentos com imunossupressores, ou seja, se baixam as defesas da pessoa para que os tratamentos contra o câncer sejam mais efetivos. Nessas situações, o corpo é exposto a um maior risco de contrair alguma infecção por vírus, bactérias ou fungos. Normalmente, as situações de neutropenia ocorrem em receitas hospitalares onde se controla muito bem o estado da pessoa.

O papel do nutricionista assume relevância quando se recebe alta e volta para casa com as defesas muito baixas e com umas recomendações escassas em uma folha de papel.

Com a dieta, ao contrário do que nos casos anteriores, não se deve aumentar a imunidade da pessoa. Mas será necessário assegurar-se de que esteja bem alimentada e evitar que os alimentos possam ser um foco de infecção.

A chave é realizar cerca de rigorosas normas de seleção, higiene e manipulação de alimentos. Principais dicas:

  • Não beber água da torneira. Beber água engarrafada.
  • Cozinhar os alimentos de forma completa até que cheguem a uma temperatura superior a 65ºC no centro do produto.
  • Desinfectem facilmente as verduras, as hortaliças e as frutas antes de cortá-los e pelarlas com lixívia de uso alimentar.

Alimentos a evitar

  • Lácteos não pasteurizados.
  • Iogurtes, queijos e iogurte.
  • Ovos crus ou pouco cozidos.
  • Carne, peixe ou marisco cru ou pouco cozido.
  • Hambúrgueres, almôndegas e produtos picados.
  • Enchidos crus.
  • Fruta que não se pode descascar ou que a pele seja porosa, como morangos, uvas e kiwis.
  • Vegetais crus, como alface, azeitonas e tomates.
  • Sucos de fruta natural.
  • Frutos secos.
  • Especiarias cruas.
  • Cogumelos.

Alimentos permitidos

  • Ovo cozido ou pasteurizado.
  • Leite e derivados pasteurizados em embalagens individuais: fã, natilla, arroz com leite.
  • Carne, peixe, frango cozido mais de 65ºC.
  • Alimentos infantis industrializados e alimentos em pó.
  • Enchidos cozidos, como o presunto de york e o fiambre de peru.
  • Fruta higienizada com água sanitária e pelada. Crua ou cozida.
  • Doces em embalagens individuais.
  • Legumes cozidos.
  • Queijos e iogurtes pasteurizados, após a fermentação.
  • Especiarias adicionadas antes da cozedura dos alimentos.

O suporte do nutricionista – nutricionista em pacientes com câncer

Os objetivos da terapia de nutricionistas – nutricionistas que trabalham em Alimmenta são:

  • Prevenir e corrigir deficiências nutricionais no paciente.
  • Evitar a perda de peso e, sobretudo, a musculatura da pessoa.
  • Potencializar os nutrientes que fortalecem o sistema imunológico.
  • Fornecer ajuda para melhorar a tolerância aos tratamentos e reduzir seus efeitos colaterais.

Em suma, melhorar a qualidade de vida da pessoa.

Prevenção do câncer através da alimentação e o exercício físico

A investigação científica dos últimos anos tem mostrado como um padrão alimentar saudável e a prática de exercício físico é o fator mais importante para a prevenção dos diferentes tipos de câncer. Em concreto, a atividade física (intensidade média e alta), o consumo de frutas e vegetais, um peso adequado (com um percentual de gordura baixo) e o não consumo de bebidas alcoólicas (incluindo vinho e cerveja) e de carnes processadas (embutidos, muitas…) são os principais hábitos que podemos levar as pessoas para prevenir esta doença. Você tem mais informações neste documento elaborado pela World Cancer Research Fund.

Mais informação sobre câncer e dieta

No vídeo abaixo, você pode ver a Joana Manuel González, Diretora Técnica de Alimmenta, no programa Das Manhãs Da 1 tratando sobre o câncer e a alimentação.

Dieta para a artrite

Afetação e as causas da artrite reumatóide

A artrite reumatóide produz um dano na cartilagem, ossos, tendões e ligamentos. O que mais a caracteriza é a dor e a rigidez nas articulações, especialmente nos dedos das mãos. Às vezes pode ocorrer um comportamento além de articular afetando vários órgãos e sistemas.

As causas do início da doença são desconhecidas, embora em todas as doenças autoimunes costuma ter fatores emocionais e cargas psicológicas por trás.

Os sintomas são progressivos, mas também costumam ter crises agudas ou pontuais de maior afetação que se alternam com períodos sem sintomas.

Principais sintomas da artrite reumatóide

  • Inflamação das articulações, com dor: sobretudo em pulsos, dedos das mãos e pés, cotovelos, ombros, quadril, joelhos e tornozelos.
  • Estados de maior rigidez pela manhã.
  • Deformação progressiva das articulações, que provoca uma redução da mobilidade.

A quem afeta a artrite reumatóide

É uma doença de que padece 1 de cada 200 pessoas e estima-se que em Portugal há cerca de 200.000 pessoas afetadas. É mais comum em mulheres que em homens, e aparece em idades jovens (a partir dos 25 anos), mas a sua máxima incidência situa-se entre os 45 e os 55 anos. Também foram observados casos de crianças afetadas pela artrite.

A primeira vez que aparece um ataque de artrite costuma ser depois de uma grande situação de estresse.

Recomendações gerais para a artrite reumatóide

  • Evitar o stress, tanto mental como físico (provocado pelo exercício físico intenso).
  • Dormir entre 8 a 10 horas noturnas e fazer uma sesta de 30 minutos.
  • Começar o dia com um banho de água quente para diminuir a rigidez e sistema de manhã.
  • Evitar realizar movimentos muito repetitivos (sobre tudo com as mãos).
  • Evitar ficar muitas horas de pé.
  • Não fazer muita força com as mãos, por exemplo, abrir frascos, lavando, escurriendo a roupa, etc.

Em suma, se podem melhorar os sintomas com uma boa intervenção nutricional e um estilo de vida descontraído e saudável.

Avaliação nutricional de pessoas com artrite reumatóide

É comum encontrar uma relação com alergias a certos alimentos e uma malabsorción dos nutrientes no intestino. Este problema intestinal pode provocar a carência de alguns nutrientes que piore a doença. Além disso, muitas pessoas com artrite têm falta de apetite, causada por uma falta de salivação humana e acabam comendo menos do que deveriam.

Por ser uma doença que cursa com inflamação, há um aumento do metabolismo da pessoa, ou seja, queimam mais calorias e aumentam as necessidades nutricionais.

Como consequência deste estado diminui o peso, a musculatura e a imunidade da pessoa. Por estas razões, o tratamento nutricional através da dieta é fundamental para conseguir uma recuperação.

Relação entre artrite e outras doenças relacionadas com a alimentação

Por ser uma doença crônica que aparece em idades precoces é frequente que o uso contínuo dos medicamentos pode causar uma úlcera péptica e gastrite.

Também pode ocorrer a síndrome. (disfagia, cárie, alteração de sabor i olfato) causada por uma diminuição da secreção de saliva.

Além disso, algumas pessoas também podem sofrer uma alteração na articulação da mandíbula, que limita a abertura da boca para comer.

Recomendações dietéticas para a artrite reumatóide

dieta para a artriteO mais importante a ter em conta para o tratamento da artrite com uma alimentação saudável é:

    • Fazer uma dieta rica em vitaminas e minerais antioxidantes: Vitamina A, C, E. Minerais como o Zinco e o Selénio.
    • Comer alimentos ricos em caroteno: cenoura, abóbora, batata-doce, manga, mamão, pêssego, damasco.
    • Comer alimentos basificantes (frutas, legumes, verduras, legumes, tubérculos como a batata, azeitonas, frutos secos, frutas secas, mel) e diminuir alimentos acidificantes (todos os cereais, carnes, frios, derivados do amendoim, peixes, embora menos).
    • Consumir ácidos graxos essenciais, que são anti-inflamatórios naturais: O famoso Ômega-3, presente em peixes oleosos, nozes e sementes de linho.
    • Diminuir o consumo de gorduras saturadas: carnes vermelhas e embutidos, laticínios integrais, creme de leite, manteiga, margarina, creme de leite, bolos.
  • Usar sempre fazer de oliva virgem.
  • Fazer alimentação rica em nutrientes que é comum que ocorra um déficit causado pela perda de peso: Magnésio, Manganês, Zinco, Selênio, vitamina A, D, E, B12 e fosfatos.
  • Controlar os alimentos que possam causar alergia ou intolerância.
  • Às vezes, pode aparecer uma intolerância aos hidratos de carbono que também há que controlar através da dieta e suplementação.
  • Foi observada uma melhora da inflamação, quando fazem dietas pobres em sal (1200 mg de sódio/dia). Além disso, também melhoram os efeitos secundários de certos medicamentos, como os corticosteróides, que costumam causar hipertensão arterial e retenção de líquidos.
  • Recomenda-Se que os alimentos lácteos por substitutos de soja enriquecidos em cálcio. Leite sacia mais e, além disso, é de difícil digestão.
  • A principal fonte de proteínas deve ser a partir de vegetal, peixe, ovos, carne branca e preparados à base de soja.

Levar a cabo as recomendações alimentares em uma dieta

O trabalho do nutricionista – nutricionista é fundamental em casos de artrite reumatóide. Para poder elaborar uma orientação dietética deve-se fazer uma correta avaliação nutricional da pessoa para saber quais são suas reais necessidades, que nível de comprometimento da doença de que sofre e que objetivos devem ser marcados. Na Clínica Alimmenta contamos com uma equipe de profissionais (membros do Colégio de Nutricionistas-Nutricionistas) que são de grande ajuda para as pessoas que queiram melhorar os sintomas da artrite reumatóide natural, juntamente com uma boa alimentação.

Dieta para engordar e ganhar peso

Olá. Só posso mostrar a minha satisfação pela forma como correu o meu re-educação alimentar, com Alimmenta, em especial com Laia quem me tem atendido a partir de Fevereiro. Eu tinha um excesso de peso leve (1,65 m e 73 kg), comia muito pouco (como eu disse Laia na primeira consulta) e meu peso foi aumentando. Para isso, se lhe unia uma grande dificuldade para dormir e um cansaço extremo, tanto pelo mal dormir como pela falta de nutrientes, como também me explicou Laia. Agora mesmo peso 67 kg, não foi uma perda de peso rápida, mas muito gradual, meu descanso (salvo situações familiares difíceis que estamos passando é bom, meu cansaço não existe (só o emocional por essa situação familiar), aprendeu a comer bem sem que eu me peso tirar, senão todo o contrário (eu continuo perdendo algumas centenas de gramas a cada 15 dias), perdi a celulite que tinha nas pernas. Eu interiorizado a forma de comer que Alimmenta me ensinou e agora eu sei o valor de cada nutriente: proteína, hidrato de carbono e fibra, e qual sacrificar esses dias que eu tenho pouca vontade de comer. Recomendo totalmente a equipe de Alimmenta, são excelentes profissionais, próximos, compreensivos e sempre tem uma palavra de ânimo quando se pensa em jogar a toalha, eles/as se reconducen com carinho.

Luísa

Dieta para o ácido úrico elevado ou hiperuricemia

O ácido úrico no organismo

dieta-acido-uricoO organismo humano é muito sábio e tenta sempre proteger-se das substâncias que podem causar algum dano aos órgãos vitais. É por esta razão que quando o ácido úrico está muito elevado no sangue e, portanto, pode ser perigoso para o organismo, o corpo envia este excesso de ácido úrico o mais longe possível dos órgãos vitais e sobretudo do coração. Para onde? A ponta das pontas. Desta forma, o ácido úrico se acumula em forma de “Tofos” nas articulações dos dedos dos pés e/ou mãos, desencadeando a gota. A gota é muito dolorosa, uma vez que, ao ser produzida por um ácido, ocorre uma queimadura interna.

Por que se eleva o ácido úrico no sangue

O ácido úrico pode estar alto, devido a fatores endógenos (do próprio corpo o fabrica) e exógenos (através da alimentação). Para entender como funciona o metabolismo do ácido úrico, vamos explicar com a ajuda deste esquema:

O ácido úrico é uma substância que se forma a partir das purinas (as duas principais responsáveis por isso são a Xantina e Núcleo). As purinas podem aparecer por que o corpo fabrica, mas principalmente o fazem através dos alimentos que os contêm. O corpo é capaz de regenerar-se constantemente (regeneração celular), por isso existe uma via de recuperação onde as purinas são “recicladas” pelo próprio organismo. O normal é que uma parte das purinas é utilizada para negar as células do organismo e que a outra parte seja eliminada pela urina na forma de ácido úrico.

O problema é que a via de eliminação natural de ácido úrico através da urina é muito pobre. É por esta razão que um excesso de ácido úrico , em vez de ser eliminado fica no sangue, provocando a hiperuricemia. A quantidade de ácido úrico que você pode ficar circulando no sangue é limitada. É aqui que podem surgir dois problemas muito comuns:

  • A cristalização do ácido úrico na urina, formando “pedras nos rins”.
  • A deposição do ácido úrico nas articulações em forma de Tofos, que poderá desencadear um ataque de gota.

Eliminar o ácido úrico do organismo

Para baixar o ácido úrico, há que ter em conta muitos fatores da alimentação, que estão relacionados com estes mecanismos. Haverá que actuar tendo em conta todos os fatores que influenciam a formação de ácido úrico, mas também em sua eliminação do organismo.
dieta acido uricoPara aumentar a eliminação do ácido úrico pela urina:

  • O pH da urina: de acordo com a alimentação que se leva a cabo ou até mesmo medicamentos que se tomem, você pode variar o pH da urina. Como influencia o pH para reduzir o ácido úrico? Se o pH é ácido é eliminado com pouca quantidade (15mg/dl) e há risco de formação de pedras nos rins e de aumento dos níveis de ácido úrico no sangue. No entanto, em um pH básico ou neutro, a capacidade de solubilizar o ácido úrico para ser eliminado através da urina pode chegar a se multiplicar por dez (até 150-200mg/dl). A maneira habitual de se alimentar da sociedade atual faz com que a urina seja muito ácida. A solução para este problema é uma mudança de hábitos através de uma melhoria sobre os alimentos e as quantidades que se comem de cada um deles.
  • Controle das Kcal. ingeridas: deve-se fazer uma dieta suficiente em proteínas e energia. Se você fizer uma dieta de emagrecimento, há que manter um controle muito exaustivo o nutricionista–nutricionista, pois pode aumentar os níveis de ácido úrico da pessoa. Como? Ao perder peso, o organismo produz corpos cetónicos. Estes acidifican o pH da urina e, além disso, competem com o ácido úrico, por ser eliminados através da urina. Portanto, se você sofre de hiperuricemia é perigoso fazer jejuns, estar muitas horas sem comer ou fazer uma dieta de emagrecimento que não seja controlado por um profissional de nutrição humana e dietética.

Para reduzir os níveis de ácido úrico no sangue e evitar ataques de gota:

  • A ingestão de purinas: A maneira mais eficaz para controlar os níveis de ácido úrico no sangue é eliminar da dieta os alimentos que contêm maior quantidade de purinas, como as vísceras. Geralmente a maioria dos alimentos que contêm colesterol também contêm purinas. Pular a dieta, mesmo em um momento muito específico, já é o suficiente para que possa sendo acionado um ataque de gota.

Dieta para o ácido úrico elevado

A dieta para a pessoa que quer diminuir os níveis de ácido úrico no sangue é complicada e pode ser contraditória. Por um lado, interessa basificar o organismo para favorecer a eliminação do ácido úrico pela urina e, por outro lado, evitar os alimentos ricos em purinas. Na prática, isso se complica, já que alguns alimentos que seriam benéficos para uma destas funções, não seriam indicados para a outra.

  • Alimentos acidificantes (portanto a diminuir): todos os cereais e seus derivados (massas, arroz, pão, farinhas, milho), as carnes (tanto vermelhas quanto brancas), o peixe (azul e branco) e os ovos.
  • Alimentos basificantes (portanto, para reforçar): frutas, verduras, legumes, leguminosas, tubérculos.

Quantidade de purinas dos alimentos

Devemos evitar os que contêm maior quantidade:

  • Entre 800-150mg/100g. de alimento: vísceras, patês, frios, peixes de tamanho pequeno (se come inteiro), marisco (as vísceras, cabeças (…).
  • Entre 150-70 mg/100g. de alimentos: carnes vermelhas e de caça, feijões, lentilhas, peixes de grande tamanho.
  • Entre 70-50 mg/100g. de alimento: carne branca (a que menos contém purinas é o coelho), o resto dos legumes não mencionadas anteriormente (grão de bico, feijão branca, soja, ervilha), couve-flor, espargos, espinafres e cogumelos.
  • Entre 50-0 mg/100g. de alimento: leite, o restante dos legumes não nomeadas anteriormente, tubérculos, raízes, cereais refinados (sem semente), frutas.

Recomendações nutricionais para a hiperuricemia

  • No caso das frutas não se deve fazer um abuso (levar no máximo 1 peça por dia), já que o açúcar que contém, a frutose, que se transforma em xantinas (purina) ao ser metabolizado pelo corpo.
  • Também é importante o cozimento e preparação dos alimentos. As purinas são solúveis em água. O o que isso significa? O que se pode reduzir o teor de purinas dos alimentos se eles são cortados pequenos deixam-se de molho e ferve-se com muita água. Pelo contrário, há que evitar tomar vinhos elaborados com peixe ou carne, já que as bases terão passado por água.
  • Deve-Se aumentar a ingestão de água e líquidos, da dieta a 2-2,5 litros/dia. Tomar chás e águas carbonatadas naturais são boas opções que podem ajudar a chegar a estas quantidades.
  • Manter um peso correto e evitar a obesidade também é de grande ajuda, já que quanto mais pequeno é o corpo, menos ácido úrico fabricado de maneira endógena (do próprio corpo).
  • Devem-Se evitar os jejuns, dividir bem as refeições ao longo do dia e fazer um mínimo de 3 refeições principais.
  • Consumir algas e frutos secos de forma habitual, é muito recomendável que as pessoas que sofrem de hiperuricemia.
  • Deve-Se procurar fazer uma alimentação rica em cálcio (mínimo de 1000mg/dia) para evitar a formação de pedras renais de ácido úrico.
  • Moderar o consumo de sal da alimentação ou até mesmo removê-la por completo para aumentar a diurese.
  • É imprescindível eliminar o álcool da dieta.

A dieta é um factor importante a ter em conta para conseguir baixar o ácido úrico no sangue. Para isso, o papel do profissional de nutrição humana e dietética é o elemento-chave. Confia na equipe de nutricionistas – nutricionistas de Alimmenta (membros da ACDN), se fazemos uma dieta adaptada às suas necessidades e nós mostramos de forma fácil como comer.

Dieta para o esqui de fundo

Dieta para os esquiadores de fundo

Como deve ser a alimentação que devem seguir os esquiadores de fundo?

Variada, equilibrada, distribuída em várias refeições ao longo do dia e personalizada às características físicas e ao gasto de energia do atleta.

Os esquiadores de fundo têm de tomar 55-57 kcal/kg de peso e por dia, ou seja, um esquiador de 75 kg teria que tomar uma media de orientação de 4.200 kcal/dia em períodos de treinamento. Mas, esta recomendação deve ser individualizada e mudará de um atleta a outro, de acordo com composição corporal e treinamento.

Os hidratos de carbono (cereais, pão, batatas, legumes, frutas…) são a fonte de energia principal e um baixo aporte deste nutriente pode predispor o atleta a sofrer lesões e quedas no desempenho, por isso, seu consumo estará em 8-12 g/kg de peso e por dia.

O requerimento protéico (aves, carne, peixe, ovos, laticínios, legumes, frutos secos…) será de 1,2-1,6 g/kg de peso e por dia para atender as exigências musculares e para facilitar a síntese de proteína na posterior recuperação muscular.

E o consumo de gordura deve ser algo superior a 0,8-1,5 g/kg de peso, potenciando as gorduras mono insaturadas (azeite, abacate, sementes, frutos secos, legumes…) e poli-insaturadas (peixe azul, nozes, sementes de linho, óleo de oliva extra-virgem…), estas últimas, por sua ação anti-inflamatória.

O treinamento mais intenso se dá no verão e, no caso das competições, elas podem se prolongar durante todo o dia, assim que há que ter presente que, a partir dos 60 minutos de treino, deve-se ingerir 30-60 g de hidratos de carbono a cada hora em forma de gel e barra energética.

Hidratação os esquiadores de fundo

A reposição de líquidos também é importante para evitar a desidratação e a diminuição do desempenho, além disso, a altitude e as baixas temperaturas aumentam a perda de líquidos. A bebida isotônica é ideal e a melhor opção para se manterem enquanto está esquiando, já que traz líquido, açúcares e eletrólitos, recomenda-se fazer tomadas a cada 15-20 minutos e é melhor levá-la a uma temperatura moderada, entre 10-20 ° C, pode se envolver com isolamento térmico e proteger bem para facilitar que se mantenha a temperatura indicada. A ingestão estará em torno de 300-700 ml/hora, dependendo das características de cada esquiador e devendo ser pautada de forma individualizada.

Alimentação pós-exercício

Na recuperação, entre uma ou duas horas depois de terminar o treino ou competição, ou depois de meia hora, se a competição se realiza duas vezes por dia, deve consumir de 1-1,5 g de hidratos de carbono/kg de peso entre 500 ml e 1 litro de líquido (combinar bebida isotónica e água). Por exemplo, um esquiador de fundo de 70 kg, deve demorar cerca de 105 g de hidratos de carbono, isso seria coberto com:

  • bebida isotónica 500 ml: 34 g de hidratos de carbono.
  • pão 80 g com marmelo 25 g: 55 g de hidratos de carbono.
  • laranja 200 g: 14 g de hidratos de carbono.

O que comer nos dias anteriores a uma competição?

Dois ou três dias antes da competição, os esquiadores de fundo, devem fazer uma sobrecarga de hidratos de carbono de 10-12 g/kg de peso corporal, por dia. E, no mesmo dia da competição, umas 3 horas antes, comer alimentos ricos em hidratos de carbono e de fácil digestão (baixos em fibra e gordura) como: iogurte sabor com geleia, cereais e banana e ingerir 2 a 3 copos de líquido, a uma temperatura moderada.

Por último, também é importante destacar que os esquiadores de fundo estão expostos a um estresse oxidativo maior, devido ao treinamento em montanha. Mas, também é verdade que seu corpo se adaptou a esta situação e, por isso, o consumo de antioxidantes (betacaroteno, flavonóides, vitamina C e e, selênio e zinco), através da dieta e nas quantidades recomendadas deve ser suficiente.

Dieta para gravidez

Planear a gravidez

O peso da mãe é um fator importante a considerar antes de conceber. Se há excesso de peso o mais indicado é fazer uma dieta para perder peso antes de engravidar. A mulher deve começar a sua gravidez com o peso correto e estando bem nutrido. É aconselhável realizar uma revisão ginecológica e explicar ao médico as intenções que temos.

Quanto à dieta, o ideal é manter uma alimentação variada e equilibrada. O único a ter em conta anteriormente é o ácido fólico, ou vitamina B9. Com a alimentação da sociedade atual é freqüente fazer um défice desta vitamina, por esta razão sempre é aconselhável levá-la em forma de suplemento alimentar meses antes de engravidar. Les necessidades diárias de ácido fólico são de 200 µg e durante a gravidez aumentam até um total de 400 µg por dia. Um défice de vitamina B9 durante as primeiras semanas de gravidez pode provocar malformações no feto, como a espinha bífida.

Alimentação durante o primeiro trimestre da gravidez

No momento em que uma mulher fica grávida, uma das mudanças importantes é o enlentecimiento da digestão. O objetivo disto é que o alimento permaneça por mais tempo no intestino e, consequentemente, a absorção de nutrientes é maior.

O ganho de peso durante os primeiros três meses deve ser de entre 0,5 kg e 1,5 kg de peso. Este ganho de peso é muito pequena, já que o feto só atinge cerca de 16 cm de tamanho.

Nutrientes a ter em conta durante a primeira etapa da gravidez:

  • Proteínas, gorduras e hidratos de carbono: a Sua presença é muito importante, embora as quantidades recomendadas não são diferentes dos de uma dieta equilibrada. Isso significa que deve haver uma fonte de proteína em cada refeição (carne, peixe, legumes, queijo, tofu, seitan ou ovos), que os hidratos de carbono complexos (massas, pão, arroz, batata) devem estar presentes diariamente e que há que se vigiar com as gorduras (consumir de preferência azeite de oliva, nozes e peixe azul).
  • Minerais: A dieta deve cumprir com os requisitos de ferro, iodo e cálcio, embora as quantidades deste e de outros minerais não devem ser maiores, até o 4º mês de gravidez.
  • Vitaminas: Desde o início da gravidez é importante aumentar o consumo de vitamina C, A, D, E e vitaminas do grupo B. você Pode cobrir essa contribuição com o consumo de frutas e vegetais crus, cereais integrais, azeite de oliva cru e produtos lácteos. Muitas vezes recomenda-se tomar algum tipo de suplemento natural para garantir o aporte vitamínico necessário.
  • Fibra: O consumo diário de fibras necessário para ter um intestino saudável e evitar a prisão de ventre. A fibra dão as frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Uma mulher grávida não deve consumir mais de 30 g. de fibras por dia, pois pode diminuir a absorção intestinal de nutrientes importantes.

Dieta durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez

A partir do quarto mês de gravidez começa a aumentar o requerimento energético e calórico da futura mãe. O peso que se recomenda ganhar durante o segundo trimestre da gravidez é de 3,5 a 4 kg, e durante o último trimestre da gravidez é de 5 a 5,5 kg de peso.

Recomendações que há que ter em conta:

  • Aumentar a quantidade de alimentos que fornecem hidratos de carbono complexos, por exemplo, comendo pão.
  • Aumentar a quantidade de proteína diária, por exemplo, comendo pedaços maiores de carne ou peixe.
  • Diminuir as gorduras saturadas e aumentar as gorduras saudáveis consumindo óleo de oliva, nozes e peixe azul ou bebendo um copo de leite.
  • Aumentar a ingestão de cálcio: A partir do 4º mês de gravidez até o nascimento do bebê, a quantidade de cálcio que você consome deve ser maior. A melhor maneira de fazer isso é tomar mais laticínios e / ou substitutos dos lácteos enriquecidos em cálcio (bebida de soja, de arroz, de aveia, etc.).
  • Aumentar o ferro da dieta: É muito comum que apareça anemia em fases avançadas da gravidez provocada pelo aumento do tamanho do feto. Por esta razão, o consumo de ferro é muito importante. Os principais alimentos que contêm são as carnes vermelhas, os mexilhões, o ovo, o peixe e os legumes. Embora consumam alimentos ricos em ferro, normalmente, não é suficiente para combater a anemia e o mais indicado é tomar suplementos alimentares. Para combater a anemia ferropénica também é necessário ingerir quantidade suficiente de vitamina B12 (presente na carne, o peixe, os ovos e lácteos) e ácido fólico (presente nos aspargos, espinafre, ervilhas, repolho, os frutos secos, o ovo e a carne). Tomar diariamente alimentos ricos em vitamina C também ajuda a uma melhor assimilação do ferro da dieta.
  • Aumentar a ingestão de iodo É um mineral importante durante toda a gravidez. Encontra-Se em alimentos que vêm do mar, peixe, frutos do mar e algas. Recomenda-Se comer peixe 4 vezes por semana.

Combater as principais moléstias da gravidez

Tonturas: São frequentes durante toda a gravidez, sobretudo as manhãs. Pioram quando há picos de tensão ou os níveis de açúcar no sangue. O que fazer?

  • Comer alguma coisa na cama, antes de ficar de pé (por exemplo, cerca de biscotes).
  • Comer pouco, mas, muitas vezes, umas 6 ou 7 vezes por dia.
  • Evitar as bebidas que contêm cafeína, como o chá, o café e as bebidas de cola.
  • Comer alimentos que fornecem hidratos de carbono em todas as refeições. Pode ser na forma de pão, massas, arroz, batata, legumes, cereais ou frutas.

Náuseas e vômitos: Para combater as náuseas e os vómitos devem-se seguir as mesmas recomendações que para os tonturas. Se ainda assim persistir:

  • Tomar chás de hortelã, cominho ou de suco de abacaxi.
  • Tomar de primeiro prato no almoço e no jantar batata, macarrão ou arroz cozidos e com um pouco de azeite de oliva.
  • Escolher legumes que sejam fáceis de digerir, como a abobrinha, a abóbora, a cenoura e a judaica verde.
  • Tomar a fruta cozida ou assada.
  • Evitar as frutas cítricas como o suco de laranja.
  • Tomar leite na forma de iogurte ou queijo, evitando beber leite.
  • Evitar as carnes mais gordas e os enchidos.
  • Não comer pão, produtos de pastelaria, biscoitos, etc.
  • Evitar alimentos crus e escolher confecções que facilitem a digestão: fervido, vapor, papillote, um micro-ondas.

Azia ou refluxo: Normalmente, estas lesões aparecem os últimos meses de gestação, quando o tamanho do feto é maior e começa a comprimir o estômago. Dicas para melhorar:

  • Evitar a fruta em jejum e, como sobremesa.
  • Evitar alimentos ácidos e apimentados: vinagre, limão, pimentão, etc.
  • Evitar os produtos integrais ou que contenham muita quantidade de fibra.
  • Evitar bebidas com gás e com cafeína.
  • Evitar cozinhar na chapa e fritar.
  • Moderar a quantidade de azeite que se usa para cozinhar e tempere.
  • Evitar estar mais de 3 horas sem ingerir alimentos. Fracionar as refeições e não ingerir grandes quantidades.

Prisão de ventre: É muito freqüente a partir do segundo trimestre da gravidez. Não é aconselhável o uso de laxantes em mulheres grávidas, mas se você pode gerenciar supositórios de glicerina e suplementos de fibra. Recomendações dietéticas:

  • Beber água e chás de ervas ou caldos durante todo o dia. Chegar aos 2 litros no total.
  • Caminhar e fazer exercício físico.
  • Comer alimentos vegetais em todas as refeições.
  • Tomar alimentos integrais, como o pão, todos os dias.
  • Adicionar sementes de linho para as saladas, purês ou ao iogurte.
  • Tempere os pratos com azeite cru.
  • Tomar iogurte com bífido-bactérias.

Cãibras: podem sofrer de cãibras musculares a partir do segundo mês de gravidez. A dieta para ajudar a combatê-los, deve conter:

  • Alimentos ricos em vitaminas do grupo B, como cereais, legumes, carne, peixe, ovos ou produtos lácteos.
  • Alimentos ricos em magnésio, como frutos secos, legumes, frutas secas, banana ou vegetais de folhas verdes (espinafre, acelga).

Insônia: Costuma ocorrer até o final da gravidez. Recomendações:

  • Jantar em breve e leve. Pelo menos 2 horas antes de se deitar, evitando frito e fritos.
  • Consumir alimentos que fornecem triptofano: ovos, frango, presunto ou peixe azul e beber um copo de leite quente antes de deitar-se.
  • Eliminar da alimentação o café, o chocolate, o chá, as colas, o mate, o guaraná e ginseng.

Consumo de peixe na dieta durante a gravidez

O peixe, além de ser rico em proteínas, dá-nos gorduras muito relevantes para o desenvolvimento do feto, como os óleos omega 6 e omega 3. Mas por outro lado, devido à poluição dos oceanos, estes peixes acumulam níveis de mercúrio que variam de forma significativa de acordo com a espécie.

Os peixes mais grandes que demoram mais tempo a crescer e que se alimentam de outros mais pequenos, são os que acumulam uma maior concentração de mercúrio. Por outro lado, os peixes criados em águas mais limpas (peixes de rio), os de menor tamanho ou aqueles criados em piscicultura, são os que menos mercúrio têm e são perfeitos para consumi-los durante a gravidez.

Em mulheres que estão em idade reprodutiva e, especialmente, aquelas que estão grávidas ou que estão amamentando, as recomendações são o consumo de 2-3 porções de peixe ou marisco) semanais (aproximadamente do tamanho da palma de uma mão), das seguintes espécies de peixes: peixe ou anchova, sardinha, corvina, cavala, robalo, palometa, salmão, lula, moluscos, camarão, raia, peixe-rei, arinca, pescada, arenque, tilápia, lisa ou peixe, ostra, lúcio vieira, lacha, linguado, caranguejo de rio, perca, bacalhau, siri, solha ou linguado, gado ou congelado, truta, atum enlatado claro (inclui o belo), em geral o peixe branco e o estorninho do Pacífico.

Também recomenda-se o consumo de uma porção de peixe a cada semana das seguintes espécies (de maior tamanho e com maior presença de ômega 6): lutjánido ou pargo, cantarilho peixe ou de rocha, cavala espanhola, tamboril, halibut ou alabote, dourado/peixe golfinho, bacalhau preto, perca listrada (de mar), blanquillo ou lofolátilo, atum ou albacora/branco em conserva e fresco/congelado, chopa, carpa, mero, corvinata real/truta-do-mar, corvina branca/Corvina do Pacífico, bagre búfalo (ou peixe-gato boca chica) e perca de mar chilena/Pescada negra.

Por fim, os peixes mais grandes e cujo consumo deve ser realizado de forma pontual (não incorporado a nossa dieta semanal), são as espécies de macarela rei ou cavala, peixe-relógio, raia ou peixe imperador, agulha, tubarão blanquillo ou lofolátilo (Golfo do México), atum de olhos grandes ou atum-patudo, peixe-espada.

Se você seguir estas recomendações de consumo de peixe durante a gravidez e amamentação evitar qualquer risco para a sua saúde e a do seu filho.

Controle da gravidez na consulta de nutrição

dieta gravidez dobras

Tomada de dobras

A consulta do nutricionista – nutricionista é uma boa opção para manter um bom controle da gravidez. A realização de uma dieta personalizada ajuda a melhorar as dores da gravidez e para poder fazer um bom controle do peso. Uma das ferramentas que utilizamos em Alimmenta é a medida da prega tricipital e circunferência do braço direito. Se as medidas se mantêm constantes, significa que não se está engordando e que o ganho de peso que ocorre é a correcta. Se, pelo contrário, as medidas diminuem ou aumentam significa que a mulher está emagrecimento ou ganhando mais peso do que o recomendado. Nestes casos, é importante corrigir a dieta.

A equipe de nutricionistas – nutricionistas de Alimmenta podem acompanhá-lo durante esta fase tão bonita para que você se sinta mais segura e tranquila.

Dieta para emagrecer 5 kg, como perder 5 quilos com uma dieta saudável

Tudo em que consiste a operação biquíni, é o que você tem que evitar se quiser perder peso de forma saudável e, sobretudo, se quiser manter essa perda de peso. Então eu vou lhe dar 12 chaves para que você possa perder 5kg de forma saudável:

  1. Não se salte o pequeno-almoço. Tenta o café da manhã quando se levantar ou ao fim de uma hora, no máximo. Se você não pode com um grande pequeno-almoço, não acontece nada, você pode tanto o lanche para o meio da manhã, mas ao levantar-se sempre come alguma coisa (como por exemplo, um copo de leite com flocos de aveia ou cereais sem açúcar adicionado). Não saia de casa sem tomar o pequeno-almoço.
  2. No almoço e no jantar, tenha presente a Idéia prato: Todas as comidas e os jantares devem ter as proporções adequadas, ou seja, se você comer um prato: como a parte principal da verdura (seja cozida ou salada), prato, por exemplo. O prato tem de conter também uma porção de proteína, cerca de um quarto do prato: carne, peixe, ovos ou proteína vegetal (tofu, tempeh, seitan, proteína de soja texturizada…) e o outro quarto do prato que nos falta são os hidratos (massas, arroz, feijão, batata, pão). Estes sempre será melhor consumi-los de ponta a ponta. Com essas referências, eu estou falando de proporções, não de quantidade, a quantidade varia de acordo com suas necessidades e objetivos. Para perder os 5 kg, tenha em conta que a parte de hidratos de carbono deve ser uma quantidade mais pequena (vo-lo ele exemplificou até ao final do artigo), mas que devem estar sempre presentes tanto no almoço como no jantar.
  3. Comer a cada 3-4 horas: Se você passa muitas horas sem comer, pode aparecer ansiedade e, com isso, muita vontade de comer alimentos pouco recomendáveis. O número de ingestões recomendadas varia de acordo com o seu horário, costumes e estilo de vida, mas eu recomendo que você tenha uma ordem em sua dieta e que faça uma manhã e uma tarde saudável, e assim evitar chegar com mais fome para o almoço e o jantar.
  4. Não se salte nenhuma refeição: Se você fizer isso, muitas vezes, com a finalidade de “compensar um extra”, deixa de fazê-lo, mas seu corpo vai reagir e vai defender. Como? Você terá mais fome nas próximas horas ou até o dia seguinte, e isso vai fazer você comer mais ou pique. A fome se acumula, portanto, pular refeições pode provocar o objetivo contrário do que procura.
  5. Baseia a sua alimentação em alimentos saudáveis, como peixe branco, peixe azul (mínimo 1 dia por semana), frutas (2 a 3 peças por dia), legumes, leguminosas, cereais integrais.
  6. Limita as gorduras da sua dieta. Controla a quantidade de óleo de oliva (utilizado em cru e para cozinhar) a 2-3 colheres de sopa ao dia. Acima de tudo, limita o consumo de alimentos que lhe fornecem gorduras não saudáveis (enchidos, carnes processadas ou fumadas, queijos light…). Não rejeites as gorduras provenientes dos alimentos light (podem chegar a ser de 30%). Em vez disso, pode utilizar gorduras saudáveis como o azeite de oliva que eu disse, abacate, frutos secos, peixe azul… Deixe a carne vermelha para 1 dia por semana e escolha carnes magras como o frango ou o peru.
  7. Evite os alimentos processados, embalados: como as batatas fritas, snacks, biscoitos… Em vez disso, pode fazer crudités de aipo e cenoura com humus, espetinhos de tomate cereja com queijo fresco, anchova, picles ou frutos secos (sempre e quando não estiverem fritos ou salgadas e que em pequenas quantidades).
  8. Bebe 1’5 litros de água por dia e evite o álcool, refrigerantes e sucos. A hidratação que precisa ser feita basicamente com água. Evite bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados e álcool, que não deixam de ser um grande aporte de calorias e açúcares. Ocasionalmente, você pode consumir um refrigerante light, mas há outras opções mais saudáveis, como um chá gelado, água com gás…
  9. Planeje-se na compra: Ter a geladeira e a despensa cheia de alimentos saudáveis é fundamental para poder levar a cabo uma alimentação saudável. Planeie os seus menus semanais e faça a compra em consequência. Isto ajudará a diminuir a improvisação e, assim, evitar eleições não desejadas.
  10. Usa confecções simples e saudáveis: As confecções mais adequadas a utilizar são: a chapa ou grelha, forno, em seu suco, micro-ondas, cozidos, refogados, rehogado ou o papillote. Evite frituras e rebozados. Para dar sabor aos seus pratos, usa especiarias: tomilho, orégano, pimenta, noz-moscada, cominhos, etc., E também alho, cebola, limão, salsa, mostarda, vinagre. Modera o consumo de sal.
  11. Descansa/Dorme o necessário: de Acordo com a National Sleep Foundation (NSF), recomenda-se que os adultos de 26 a 64 anos, ter uma gama de sono recomendado: De 7 a 9 horas. Dormir menos que o recomendado dificulta a perda de peso, já que aumenta a deterioração e os petiscos.
  12. Pratique exercício físico: Não só é importante que tenha uma vida ativa: evitar o carro, os elevadores, as escadas rolantes e o sofá. Melhor suba as escadas a pé. E a parte encontra o esporte que faz com que você desfrutar! Você pode ir de bicicleta, caminhar, academia… O exercício ajuda a perder gordura corporal, melhorar a sua forma física e sua saúde. Se você pode praticar ao ar livre muito melhor, assim também aproveita o contato do sol com a pele e aumenta sua síntese de vitamina D.

Toma consciência de suas rotinas, não acredito que você deve continuar a comer determinados alimentos porque sempre estiveram presentes em sua alimentação, rotina, hábitos, costumes… se és agora cientes do que podem representar para a sua saúde, pode tomar decisões em conformidade.

Como perder 5 quilos

Perder 5 kg pode ser mais difícil de obter do que perder uma quantidade consideravelmente maior, isso ocorre porque à medida que você se aproxima do seu peso saudável, o corpo não baixa de peso com tanta facilidade. Mas, mesmo que você seja um pouco mais difícil, não deixe, não pensem que não há necessidade de fazer dieta, já que “são apenas 4 kg”. Se você não tem bons hábitos, a sua tendência para o passo de tempo pode ser de subir mais de peso e podem converter-se, ainda que seja de forma lenta, em 7 ou 10 kg de mais. Lembre-se da importância de manter estas mudanças de hábitos, uma vez que tenha conseguido o objetivo de emagrecer.

Exemplo de alimentação de um dia

Vou colocar um exemplo de menu que cumpre todos os pontos que mencionei anteriormente:

  • PEQUENO-almoço: café com leite desnatado (200ml) + 60g de pão integral com abacate e tomate às rodelas.
  • Meio da MANHÃ: uma tigela de morangos
  • COMIDA: Salada com alface, rúcula, cenoura, couve lombarda, cebola, tomate + lentilhas (130 g) cozido). Salmão grelhado com limão com uma colher de sopa de óleo. De sobremesa um iogurte 0,0%
  • LANCHE: 2 fatias de abacaxi
  • JANTAR: Purê de Abóbora com batata (80g). Omelete de cogumelos (1 ovo + 1 clara). Pão integral (30g). Uma colher de sopa de óleo. E um Iogurte 0,0%

Dieta semanal para emagrecer 5 quilos sem passar fome

LunesMartesMiércolesJuevesViernessábadodomingocomida– Brócolis ao vapor.

– Salmão ao forno com batata e cebola

– Duas fatias de abacaxi

– Salada com alface, pimento, cebola, pepino, cenoura e lentilha

– Iogurte .

– Acelga com batata

– Linguado grelhado acompanhado de cogumelos salteados

– Salada verde

– Macarrão com tomate picado, cebola e carne moída magra*

– Iogurte.

– Uma laranja.

– Feijão com batata

– Peito de frango grelhado picantes com cúrcuma

– Pêra

– Salada de tomate e cebola

– Sépia guisada com batatas e legumes*

– Iogurte.

– Espinafres com grão de bico e um ovo cozido

(você pode acompanhar com salada)

– Iogurte com morangos.

Jantar– Salada de tomate e espinafre

– Omelete com pão

– Iogurte.

– Purê de abobrinha e cebola*

– Pescada no forno com batata-doce

– Duas fatias de melancia

– Sopa com macarrão

– Omelete de alcachofras

– Iogurte

– Salada de tomate, cebola, milho, queijo fresco 0% e grão-de-bico.

– Iogurte.

– Purê de abobrinha e cebola*

– Tamboril guisado com caldo de peixe e acompanhado de cuscus

– Morangos

– Feijão com cenoura ao vapor

– Mexidos de ovos com espargos

– Pão integral

– Duas fatias de abacaxi

– Salada verde

– Peito de frango grelhado com pimenta, tomate triturado e arroz integral

– Iogurte.

Exemplos de receitas

MACARRÃO COM TOMATE TRITURADO E CARNE MOÍDA

Em uma frigideira grande, adicione uma colher de sopa de azeite de oliva, tomate picado e duas cebolas cortadas bem finitas. Coze em lume muito lento, até que o tomate esteja cozido.

Por outro lado, cozinhe o macarrão e cozinhar a carne moída magra.

Uma vez que estiver tudo cozido junta os ingredientes e você poderá servir.

PURÊ DE ABOBRINHA E CEBOLA

Na panela coloque a cozer em 4 abobrinhas e 3 cebolas previamente descascados, lavados e cortados. Adicione um pouco de sal e água até cobrir e tápala. Cozido na panela até que os vegetais estejam macios. Em seguida, ajuste a quantidade de água, adicione uma ou duas colheres de sopa de azeite de oliva e o trituras.

SÉPIA GUISADA COM BATATAS E LEGUMES

Cortar uma batata e legumes em juliana ou fatias finas (por exemplo, cebola, tomate, cogumelo).

Em uma frigideira grande, adicione uma colher de sopa de azeite de oliva e primeiro rehoga a sépia (não deve ferver só marcar), remova-a em poucos minutos. Em seguida, adicionar a batata e legumes, rehogas alguns minutos em fogo forte e depois adicione um ou dois copos de água ou caldo vegetal e deixe cozer em lume brando durante cerca de 20 minutos. Quando os legumes estiverem quase cozidos junte a sépia e cueces uns 3 ou 4 minutos (até que esteja no ponto). Neste momento você pode servir.

Dê o primeiro passo e entre em mãos de nutricionistas-nutricionistas colegiados

É importante que, quando você quer conseguir um objectivo relacionado com a alimentação e o peso (perder peso, ganhar peso, melhorar o desempenho ou a saúde, aprender a comer) ou quiser saber mais sobre a nutrição, acudáis a um verdadeiro profissional qualificado, ou seja, as nutricionistas nutricionistas. Em suma, nosso objetivo é educar e ensinar a ter uma alimentação variada e saudável. Mas, além disso, de forma equilibrada, sem dietas milagres, nem promessas insanas. Com planos nutricionais personalizado e individualizado, realizando uma avaliação do estado nutricional, estabelecendo metas realistas e atingíveis. Em Alimmenta podemos ajudá-lo a obtê-lo.

Dieta FODMAP

Onde podemos encontrar os compostos FODMAP?

dieta fodmapOs FODMAPs encontram-se fundamentalmente nos seguintes alimentos

  • Trigo, centeio, cebola e alho: rico em Fruto-oligossacarídeos (FOS)
  • Feijão: contém em Galacto-oligossacarídeos (GOS)
  • Lácteos (principalmente leite): contêm o dissacarídeo lactose
  • Mel, xaropes, maçãs e outras frutas: contêm o monossacarídeo, frutose
  • Alimentos light, adoçante, peras ciurelas: contendo polióis como o sorbitol, xilitol, maltitol e o manitol

Alimentos permitidos em uma dieta FODMAP

Estes são os alimentos a incluir em uma dieta baixa em FODMAPs

Frutas

Mirtilos(*), coco(*), morangos(*), maracujá(*), Groselha(*), granada(*), figo(*), tangerina, graviola, kiwi, limão, lima, tangerina, melão cantalupo, marmelo, nêspera, banana, tangerina, mamão (*), maracujá (*)abacaxi, laranja, uva (*)

Produtos hortícolas (de encaixe)

Azeitonas(*), aipo, acelga(*), chicória(*), repolho, berinjela(*) abobrinha(*), couve de bruxelas, abóbora, cardo, endivia, espinafre, feijão verde, alface(*), nabo, pepino, pimentão verde(*), gengibre, rabanete, tomate, cenoura

De leite e substitutos

Os queijos curados e secos (controlando quantidades) Mozarella. Iogurte e leite (sem lactose, e enriquecidos em cálcio, se necessário). Bebidas vegetais (arroz, amendoim, avelã, aveia, amêndoa)Carne, peixe e ovoTodo o tipo de carnes não processadas

Peixes ambos brancos e azuis

Ovo

Cereais e tubérculos, Arroz, pão (*), aveia, milho, arroz, trigo sarraceno, quinoa, batata, sorgo, mandioca, milho. Batata-doce, batata, mandiocaAdoçantesAçúcar (*), glucose, aspartame E951, acelsufame k E 950, ciclmato E952, sucralose E 955, sacarina E 954. Cacau em pó (*), chocolate preto.

Nozes e óleos

Noz, noz de macadâmia (*). Azeite de oliva, girassol, vegetal

(*) quantidades inferiores a 40g

Lista de alimentos a evitar em uma dieta baixa em FODMAPs

Frutas

Abacate, damasco, breve vista, caqui, cereja, ameixa, ameixa passa, conservas de frutas, tâmara, framboesas frutas secas, goiaba, lichia, maçã, pêssego, manga, melão amarelo, mora, nectarina, pêra, melancia, suco de frutas

De leite e substitutos

Leite (vaca, cabra e ovelha), iogurte, sorvete, creme de leite, queijos moles (Burgos, ricota, queijo cottage, mascarpone), manteiga, sobremesas à base de leite e produtos elaborados com leite. Bebida de soja

Legumes e produtos Hortícolas

Alcachofra, alho, brócolis espargos, cebola, couves-de-Bruxelas, couve-flor, cogumelos, escarola, aspargos, a erva-doce, milho doce, alho-poró, pimentão vermelho, beterraba, repolho, cogumelos, molho de tomate,Legumes,Grão-de-bico, lentilhas, feijão brancas, ervilhas, feijões, soja e produtos de soja.CereaisTrigo e centeio (em grande quantidade), arroz integral, cereais e produtos integrais. Espelta e amarantoFrutos secos

Amêndoas, pistache, avelãs, amendoim, castanhas de caju

Carnes,Hambúrgueres, salsichas, salames, bolinhosAdoçantes, molhosMel, xarope de milho ou frutose, agave, sorbitol (E-420i), xarope de sorbitol (E-420ii), manitol (E-421), xilitol (E-967, maltitol (E-965), isomaltulose (E-953), Erythritol (E968), Lactitol (E966), os produtos “light” ou “sem açúcar”.

Molhos comerciais tipo churrasco, kétchup.

Suplementos de fibraFrutooligossacarídeos, inulina, oligofrutose

Além disso, deve-se evitar a bolos, doces, biscoitos, flans, sorvetes, molhos, caldos, molhos, marinadas, enchidos e carnes processadas, também as bebidas alcoólicas (especialmente o vinho, rum, cerveja) e bebidas gasosas. Paralelamente, recomenda-se praticar atividade física regular e evitar situações de estresse, por sua repercussão a nível digestivo. Um estilo de vida saudável seria o tratamento de primeira linha e se persistirem os sintomas se devem diminuir os FODMAP.

O que aspecto têm 30g de fibra proveniente de alimentos de baixo FODMAP?

Muitas vezes é difícil para os pacientes imaginar de que alimentos e em que quantidades podem obter fibra quando têm muito limitado o consumo de cereais e legumes. Nesta imagem você tem um exemplo

alimentos com fibras e baixos em fodmap

Dieta FODMAP vegetarianos

Se você seguir uma dieta baixa em fodmap, e seguem uma dieta vegetariana, é importante assegurar-se de que sua dieta é nutricionalmente adequada. Isso é um grande desafio, porque as leguminosas (uma parte importante de uma dieta vegetariana) também são altas em galactooligosacacáridos e frutanos, e neste tipo de dieta deve ser evitada.

FONTES DE PROTEÍNAS

  • Tofu
  • Tempeh
  • Quinoa
  • Quorn (proteína)
  • Ovos
  • Polenta, farinha de milho, trigo sarraceno

Conclusões

Seguir uma dieta FODMAPnão implica seguir uma alimentação sem glúten (que só é recomendada em caso de doença celíaca, a intolerância ao glúten não celíaca ou se as vilosidades intestinais são muito afetadas); a razão pela qual se evita o trigo, a cevada e o centento em uma dieta FODMAPs não é pela presença de glúten, como os Fruto-oligossacarídeos (FOS) que chegam ao intestino sem digerir e são fermentados por bactérias, originando os sintomas próprios da síndrome de intestino irritável.

O uso de enzimas digestivas como a lactase ou alfa-galactosidase para GOS pode ser útil em alguns casos, assim como o uso de probióticos para o efeito dessa dieta sobre a microbiota intestinal.

Em conclusão, os passos básicos a seguir são:

  1. Visitar o gastroenterologista para confirmar o diagnóstico.
  2. Visitar o nutricionista nutricionista para poder identificar os hábitos não saudáveis e seguir a dieta FODMAP com garantias
  3. Valorizar a visita ao psicológo para gerir o stress e outros factores.

O efeito da dieta FODMAP sobre a microbiotaintestinal continua em estudo e ainda faltam estudos generalizados que aprovem a sua aplicação, mas é claro que existe uma grande variabilidade interindividual quanto à tolerância a FODMAPs e que o aconselhamento nutricional personalizado é o mais recomendável.

Se você precisa de um atendimento personalizado, em Alimmenta você encontrará uma equipe de nutricionistas-nutricionistas especializados em dieta FODMAP e problemas digestivos.

Exemplo de um menu FODMAP em PDF

Café da manhã:

Se roibos + leite (sem lactose, de acordo com tolerância) + cereais de milho (menos de 8% de açúcar)

Meio da manhã:

Tangerina ou banana

Comida:

Batata com judaica verde + Tamboril às finas ervas + Iogurte

Lanche da tarde:

Um punhado de mirtilos.

Jantar:

Sopa creme de abóbora+ Frango no forno com limão + Kefir

descrição, dicas e dieta saudável.

Por que esse deslocamento do estômago causa desconforto?

hérnia de hiatoQuando comemos, o alimento passa da boca para o esôfago, que está na cavidade torácica, e de lá vai para o estômago, situado em nosso abdômen. O tórax e o abdômen são separados por um músculo chamado diafragma, o esôfago se comunica com o estômago através de um buraco no diafragma chamado hiato.

O problema ocorre quando parte do estômago através do hiato para a cavidade torácica, pois isso facilita o refluxo gastroesofágico (RGE), ou seja, que o conteúdo do estômago volte para o esôfago. Quando isso acontece, o esôfago, que não é protegido como o estômago para suportar os ácidos da digestão, se irrita e é quando começamos a sofrer os sintomas que antes foram nomeados.

As causas da hérnia de hiato

A hérnia de hiato que se dá em crianças é congênita, ou seja, nascem com elas. Por sua vez, em adultos, a causa não é tão clara, mas se relaciona com a obesidade, o tabagismo, as s violentas ou vómitos repetidos durante um longo período ou o enfraquecimento do músculo do diafragma, que costuma ocorrer com o passar dos anos, por isso, as hérnias de hiato costumam ser mais comuns em pessoas com mais de 50 anos.

Não é o mesmo da hérnia de hiato que o refluxo gastroesofágico

Não, a hérnia de hiato pode favorecer o RGE e em um grande número de casos está relacionado, mas ele pode ocorrer mesmo que não haja uma hérnia. Por exemplo, se o músculo diafragmático relaxa mas não deixa passar o estômago, ou se ocorrerem determinadas situações que favorecem a pressão no estômago, como a gravidez ou obesidade, você pode apresentar RGE embora não tenha hérnia hiatal.

Os sintomas desta situação serão igualmente azia, tosse seca e desconforto abdominal por isso, as pessoas que sofrem de RGE, apesar de não apresentar hérnia de hiatal podem seguir os conselhos nutricionais que daremos mais adiante para melhorar esta situação.

As complicações da hérnia de hiato e do RGE

Se a hérnia de hiato ou o RGE não for tratada podem ir piorando, causando inflamação ou irritação do esófago (esofagite) ou até mesmo gastrite ou úlceras de estômago. Estas irritação do esôfago podem gerar cicatrizes que produzam que a passagem pelo esôfago, faça mais estreito e, isso fará com que cada vez seja mais difícil de engolir. Por outro lado, se essas feridas do esôfago persistem podem ir provoca danos e favorecer o câncer nesta área. Por isso, é muito importante saber como a alimentação pode reduzir o refluxo para minimizar os sintomas e nos sentir melhor, mas também para evitar as complicações que podem causar.

Recomendações gerais e tratamento da hérnia de hiato e do RGE

Quando nos diagnosticada hérnia de hiato ou RGE, o objetivo do tratamento vai ser facilitar as digestões ou reduzir a produção de ácido do estômago, por isso, comumente se tomar antiácidos. Por outro lado, também se pode dar outras recomendações como:

  • Não dormir ou deitar antes que tenham se passado 3 horas desde a última refeição, já que a posição horizontal durante a digestão, favorecerá o refluxo.
  • Dormir pouco interno, por exemplo, apoiando-nos em dois travesseiros. Isso irá dificultar o retorno do conteúdo gástrico no estômago.
  • Deixar de fumar porque o tabaco estimula a secreção do ácido gástrico e, além disso, pode favorecer o agravamento das lesões que podem ocorrer no esôfago ou no estômago.
  • Usar roupas folgadas, para evitar pressões sobre o abdômen.
  • Ao agachar-se para pegar algo do chão, você deve dobrar os joelhos e não a cintura.
  • Tentar reduzir o stress ou os momentos que nos causem stress com terapias relaxantes (yoga, meditação, plantas relaxantes). O stress gera ácido gástrico embora não tenhamos comido nada o que pode causar mais desconforto e danos no estômago e o esôfago.
  • Não fazer exercício físico intenso, pois pode favorecer a produção de ácido gástrico. De todos modos, o exercício físico moderado durante um mínimo de 30 minutos por dia, se não é justo depois de comer, é recomendado e, além disso, nos ajudará a perder peso, se necessário.

Recomendações dietéticas para a hérnia de hiato e o RGE

dieta para a hérnia hiatalAs recomendações gerais são úteis, mas, em alguns casos, não são suficientes e é necessário medicação adicional ou cirurgia. Portanto, se queremos melhorar os sintomas destas doenças, devemos seguir uma dieta que inclua as recomendações que daremos a seguir, dentro das quais existem certos alimentos recomendados.

De todos modos, a dieta deve ser feita com base nas tolerâncias, os gostos pessoais, e em consonância com o nosso estilo de vida, sendo cada vez mais equilibrada com o nosso gasto de energia. Por isso é importante contar com a ajuda de um dietisita-nutricionista. Uma vez lembrado isto, vamos ver o que as recomendações deveis seguir:

Orientações dietéticas gerais.

  • Reduzir o peso, sempre que necessário. Esta é uma das medidas mais importantes, já que aliviar a pressão no abdômen e apresentar-se uma melhoria dos sintomas.
  • Evitar refeições pesadas. Todos os excessos irão dificultar a digestão, o que farão com que o alimento permanece mais tempo no estômago e facilitam o refluxo. Portanto, a solução é comer refeições ligeiras umas 5 vezes ao dia, comer devagar e mastigar bem os alimentos.
  • Não comer nada, mesmo que seja líquido, antes de deitar. Como foi dito anteriormente, você deve tentar jantar de 2 a 3 horas antes de ir para a cama.
  • Cozinhar de forma suave (fervido, papillote, vapor, forno…) e evitar os fritos ou rebozados. O vigiar com os alimentos feitos com a chapinha!!! Se eles se queimam, podem irritar o estômago quando os comamos.
  • Evite os alimentos com temperaturas extremas, ou muito quentes ou muito frios, pois isso pode favorecer a irritação.

Alimentos recomendados

  • Devem-Se reduzir ou eliminar os alimentos muito gordurosos e condimentados, em conserva ou muito salgados. Por isso, evita ou toma moderadamente e em pequenas quantidades, molhos à base de creme de leite ou óleo, o peixe em conserva ou salgados, os queijos curados ou lácteos integrais, carnes gordas, enchidos, as vísceras, os produtos de pastelaria ou o chocolate.
  • Devemos também eliminar ou reduzir ao máximo certas bebidas que estimulam a secreção gástrica, como o álcool, as bebidas carbonatadas, o chá ou o café.
  • Devem-Se limitar os alimentos ácidos, sobretudo, à hora do jantar. Assim, muitas pessoas que sofrem com a hérnia de hiato ou RGE sentir desconforto se consomem tomate, vinagre, frutas cítricas, frutas não maduras ou, em alguns casos, embora menos frequentes, mesmo iogurte.
  • Certos alimentos ou temperos como alho, cebola ou pimentão (sobretudo crus) também favorecem o desconforto em pessoas com hérnia de hiato ou RGE. Por isso, se sentir desconforto depois de comer pratos com esses alimentos, tenta reduzir ou evitar o seu consumo.

E então, o que devo comer para a hérnia de hiato?

Perante o grande volume de informações que muitos de vós pensaréis e então, o que como? Primeiro tem de pensar que a dieta para a hérnia de hiato ou o RGE deve ter em conta as tolerâncias pessoais de cada um. Mas, se vós não toleráis os alimentos que são citados anteriormente aqui vão algumas ideias que podem ajudá-lo:

  • Para substituir os lácteos inteiros consome laticínios desnatados (leite ou iogurte desnatados, queijos 0%, etc.). Com isso, também estaremos realizando uma menor ingestão de gordura saturada em sua dieta assim que, ao mesmo tempo que nos ajuda a evitar os sintomas, a emagrecer e a melhorar a nossa saúde.
  • Se o que nos acontece é que o iogurte nos cria desconforto, mas não queremos reduzir a nossa ingestão de lácteos, podemos tomar como sobremesa, queijo fresco com baixo teor de gordura.
  • Também é preferível escolher carnes pouco gordurosas como o peru ou o frango e peixes brancos, embora, podemos tomar peixe azul de forma moderada e ver a sua tolerância.
  • Por outro lado, para se hidratar podemos beber água, chás de ervas suaves, como o alecrim ou a sábia (o chá de hortelã podem, por vezes, gerar desconforto), caldos ou sucos não ácidos.
  • Quanto às frutas, é preferível tomar as frutas maduras, no forno ou em compota, já que, nestes casos, diminuem a sua acidez.
  • As verduras e cereais não costumam gerar desconforto, mas deveis vigiar com certas verduras flatulentas como a couve-flor, as alcachofras ou couves-de-Bruxelas. Além disso, há que rever os cereais de pequeno-almoço chocolateados ou mueslis que podem ser pesados.
  • Por último, embora a gordura e os molhos sejam desencorajadas, pode-se tomar com moderação, a maionese light ou margarina, embora para cozinhar o mais adequado é o óleo de oliva.

Conselhos personalizados para melhorar a sua situação

Todos os conselhos que foram dados podem servir como um guia para realizar uma dieta para a hérnia de hiato ou o RGE e melhorar a sua situação. Além disso, um nutricionista – nutricionista pode ajudá-lo a organizar a sua dieta para que se adapte melhor aos seus gostos e horários ou, se você sofre destas doenças e está grávida, podem ajudar a melhorar a sua situação, cobrindo todas as suas necessidades nutricionais. Em Alimmenta contamos com uma equipe de profissionais (membros do Colégio Profissional de Nutricionistas-Nutricionistas) que podem estudar o seu caso para ajudar a melhorar a sua qualidade de vida.